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	<title>Patrimônio Cultural &#8211; Vinicius Mitto</title>
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	<title>Patrimônio Cultural &#8211; Vinicius Mitto</title>
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	<item>
		<title>Turismo religioso ganha força no Rio Grande do Sul e atrai oportunidades para o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta Semana Santa, o Rio Grande do Sul tem motivos de sobra para celebrar seu crescente protagonismo no turismo religioso, com roteiros que combinam espiritualidade, cultura e história. Entre caminhos de peregrinação, santuários, monumentos e as emblemáticas ruínas missioneiras, o segmento vem ampliando sua relevância no cenário turístico estadual e nacional. Em 2026, esse movimento [&#8230;]]]></description>
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<div>
<div>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>
<p>Nesta Semana Santa, o Rio Grande do Sul tem motivos de sobra para celebrar seu crescente protagonismo no turismo religioso, com roteiros que combinam espiritualidade, cultura e história. Entre caminhos de peregrinação, santuários, monumentos e as emblemáticas ruínas missioneiras, o segmento vem ampliando sua relevância no cenário turístico estadual e nacional.</p>
<p>Em 2026, esse movimento ganha ainda mais força com as celebrações dos 400 anos das Missões, que marca a chegada dos primeiros padres jesuítas ao território gaúcho. A data comemorativa, aliada a empreendimentos do setor, tendências de comportamento dos turistas (que buscam mais experiências imersivas voltadas ao bem-estar e transformação pessoal) e incentivos do governo e entidades, vem impulsionando a promoção dos destinos gaúchos e ampliando as oportunidades de negócios para agentes de viagens receptivos.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<h2><strong>400 anos das Missões e novos empreendimentos alavancam setor</strong></h2>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>
<p>Este ano é celebrada a chegada da primeira redução jesuítica no RS, ocorrida em 1626 em São Nicolau (RS), que deu início ao que seria depois conhecido como os Sete Povos das Missões. Para marcar a data, uma série de ações de promoção do destino estão sendo executadas, buscando transformar o patrimônio histórico em vetor de desenvolvimento econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos projetos conduzidos foi um <em>famtour</em> &#8211; roteiro de familiarização de destino &#8211; promovido pela Secretaria da Cultura (Sedac), em parceria com a Fundação dos Municípios das Missões (Funmissões). A execução é da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul (ABAV-RS), com apoio da Secretaria de Turismo (Setur).</p>
<p>O <em>famtour</em> ocorreu de 23 a 26 de março e contou com 23 participantes, entre agentes de viagens de diferentes estados do Brasil e jornalistas, que percorreram ao todo 9 cidades (Santo Ângelo, Entre-Ijuís, Caibaté, São Miguel das Missões, São Nicolau, Roque Gonzales, Porto Xavier, Cerro Largo e Guarani das Missões) em uma verdadeira imersão às raízes missioneiras, conhecendo todo o potencial da região, especialmente dentro do turismo religioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, empreendimentos no segmento também ajudam a consolidar novos destinos, como o exemplo do <strong>Cristo Protetor</strong> no município de Encantado, que já atraiu centenas de visitantes desde sua inauguração, em 2021. O sucesso da iniciativa serviu de inspiração para outras cidades apostarem em monumentos de devoção. Empresários de Roca Sales pretendem construir uma estrutura em forma de <strong>Arca de Noé</strong> , como forma de entrar no circuito turístico religioso e ao mesmo tempo simbolizar a superação e reconstrução da cidade após as enchentes de 2024. Já a cidade de Anta Gorda projeta a construção da <strong>Mãe Protetora</strong>, um monumento em homenagem à Nossa Senhora de Lourdes que poderá superar em altura o Cristo Protetor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para <strong>Paulo Hoffmeister, diretor da agência Unitur</strong> , especialista em turismo religioso, “<em>estes investimentos têm atraído muitos turistas para a região. Isso é positivo para o crescimento do turismo religioso e, consequentemente, para a economia do Estado</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O<strong> diretor da Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul (ABAV-RS) e gestor da agência Galápagos Tour, Paulo Gusmão </strong>reforça a percepção de que o turismo religioso vem crescendo de forma consistente no Estado e que regiões como as do Vale do Taquari e das Missões Jesuíticas já apresentam uma demanda bastante significativa. “<em>Esses destinos reúnem não apenas infraestrutura adequada, mas também um forte valor cultural e espiritual, o que os posiciona como referências no segmento dentro do estado</em>&#8220;, diz.</p>
<p>“<em> O Cristo Protetor de Encantado vem se consolidando como um dos principais atrativos religiosos do Brasil, atraindo visitantes de diversas regiões. Já nas Missões, o patrimônio histórico e espiritual, com ênfase no Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, reconhecido pela UNESCO, fortalece o turismo cultural e de fé</em>&#8220;, complementa Gusmão.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<h2><strong>Turistas buscam mais imersão e significado</strong></h2>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>
<p>Estes passeios e destinos não reúnem apenas fiéis e grupos religiosos, mas sim pessoas que valorizam a vida, gostam de enriquecer seu conhecimento e de vivenciar momentos de unidade e espiritualidade. Hoffmeister conta que os roteiros cada vez mais abraçam experiências sensoriais e imersivas, para atender a demanda deste perfil de turista: “<em> Nos passeios organizados pela nossa agência em homenagem à vinda dos jesuítas ao Brasil, oferecemos viagens com visitas agendadas e acompanhadas por guias locais e missionários indígenas, proporcionando um turismo de integração social e cultural</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gusmão reafirma que “<em> o turista busca cada vez mais vivências que envolvam significado, espiritualidade e conexão com a história. Para o setor, isso representa uma grande oportunidade de desenvolvimento regional, geração de renda e valorização do patrimônio local</em>”.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<h2><strong>Oportunidades e desafios para a ampliação do setor</strong></h2>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>
<p>Ainda que o turismo voltado para autoconhecimento, religiosidade e espiritualidade venha crescendo e se destacando, existem oportunidades e desafios a serem superados para que o segmento siga se consolidando de forma estruturada. Roteiros integrados entre destinos, por exemplo, são algumas das apostas para ampliar o potencial turístico local. Como exemplo, Gusmão destaca o Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, em Farroupilha. “<em> O destino já possui grande relevância nacional, especialmente durante as romarias, e tem potencial para complementar os roteiros no Vale do Taquari e na região das Missões Jesuíticas, ampliando a oferta de experiências no turismo histórico-religioso e fortalecendo ainda mais o produto no estado</em>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele também pontua que os principais desafios ainda estão concentrados na hotelaria, que oferece um número limitado de leitos com padrão de qualidade adequado. Além disso, há carência de estrutura em alguns destinos e de profissionais devidamente preparados para atender a essa demanda crescente. “<em> É fundamental avançar na qualificação dos serviços, na ampliação da capacidade hoteleira e na capacitação da mão de obra. Esses pontos são essenciais para sustentar o crescimento do turismo com qualidade e consistência</em>&#8220;, completa o diretor da ABAV-RS.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" title="" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NbD-YLWD6xHV6ulRg7FFR3jzxDdvrg0AzS7rCnQQ-am-SARDgKK0mkB2zc0xGlJmRT111NvnaNJ2Osom1dS5ligkGVdd4bqPVNIyBMTOlf0jBu1jzaHVyxUyYqb2sY5qeZixGY1oAj4nfRSfUjNUZt4TfAl=s0-d-e1-ft#https://cdn.pemsv30.net/1774972101043-WhatsApp%20Image%202026-03-29%20at%2013.30.32%20(2).jpeg" alt="" width="500" align="center" border="0" data-bit="iit" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left"><em></p>
<p></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<h2><strong>Sobre a ABAV-RS</strong></h2>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table role="presentation" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>
<p>A <strong>Associação Brasileira de Agências de Viagens do Rio Grande do Sul (ABAV-RS)</strong> reúne <strong>212</strong> empresas associadas. A entidade regional integra o sistema ABAV Nacional e é a principal representante das agências de viagens do Estado do RS, atuando há mais de seis décadas na defesa do setor, na promoção de qualificação profissional e na articulação de políticas públicas e institucionais voltadas ao desenvolvimento do turismo gaúcho.</p>
<p>Mais informações em <a href="https://rsbloggers.tr.pemsv30.net/c/eyJhIjoicnNibG9nZ2VycyIsIm0iOiJtYWlsX2NtbmV1NWY2cmV5cTkwYTEycXlvM3huZmIiLCJsIjoibGlua184ZjI3MTQ2NTUwMDZhMTg0MWQ5MjA1Y2EyYWM3NzZjNjMyY2E0N2IwXzMyOWQ2MCIsImkiOltdLCJ1IjoiaHR0cHM6Ly93d3cuYWJhdnJzLmNvbS5ici8_dXRtX3NvdXJjZT1wZXJmaXQmdXRtX21lZGl1bT1lbWFpbCZ1dG1fY2FtcGFpZ249VHVyaXNtbyUyMHJlbGlnaW9zbyUyMC0lMjBzZW1hbmElMjBzYW50YSIsImMiOiIiLCJoIjoiY2JiMTdkIn0" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://rsbloggers.tr.pemsv30.net/c/eyJhIjoicnNibG9nZ2VycyIsIm0iOiJtYWlsX2NtbmV1NWY2cmV5cTkwYTEycXlvM3huZmIiLCJsIjoibGlua184ZjI3MTQ2NTUwMDZhMTg0MWQ5MjA1Y2EyYWM3NzZjNjMyY2E0N2IwXzMyOWQ2MCIsImkiOltdLCJ1IjoiaHR0cHM6Ly93d3cuYWJhdnJzLmNvbS5ici8_dXRtX3NvdXJjZT1wZXJmaXQmdXRtX21lZGl1bT1lbWFpbCZ1dG1fY2FtcGFpZ249VHVyaXNtbyUyMHJlbGlnaW9zbyUyMC0lMjBzZW1hbmElMjBzYW50YSIsImMiOiIiLCJoIjoiY2JiMTdkIn0&amp;source=gmail&amp;ust=1775137885464000&amp;usg=AOvVaw3tkGUml7JKp3gF4ITLqzxu">https://www.abavrs.com.br/</a>.</p>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Noite dos Museus anuncia data da edição comemorativa de dez anos e lança edital para músicos locais</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/noite-dos-museus-anuncia-data-da-edicao-comemorativa-de-dez-anos-e-lanca-edital-para-musicos-locais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto que nasceu em 2016 para aproximar o público das instituições culturais de Porto Alegre e incentivar a visita às exposições e aos espaços de arte, o Noite dos Museus chega à sua décima edição neste ano, consolidado como o maior evento cultural da cidade. A iniciativa, que reuniu mais de 250 mil pessoas somente em 2025, ultrapassando a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Projeto que nasceu em 2016 para aproximar o público das instituições culturais de Porto Alegre e incentivar a visita às exposições e aos espaços de arte, o Noite dos Museus chega à sua décima edição neste ano, consolidado como o maior evento cultural da cidade. A iniciativa, que reuniu mais de 250 mil pessoas somente em 2025, ultrapassando a marca de 1 milhão de participantes nos últimos nove anos, prepara agora mais um evento especial, desta vez para celebrar sua primeira década. Serão dezenas de centros culturais abertos para visitação no dia 28 de novembro, das 18h até até a meia-noite, e diversas apresentações artísticas realizadas dentro das instituições e em diferentes palcos espalhados pela cidade, tudo gratuitamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Será uma edição comemorativa, repleta de novidades que vão movimentar Porto Alegre não só na noite de 28 de novembro, mas em diversos outros momentos”, antecipa Rodrigo Nascimento, idealizador do evento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Edital para músicos</p>
<p dir="ltr">O evento já está com um edital público aberto para músicos locais se inscreverem para participar neste ano, com shows realizados nos diversos locais que farão parte da edição comemorativa. Como tem feito desde a sua estreia, o Noite dos Museus busca contribuir para a difusão da produção musical, incentivando, valorizando e divulgando trabalhos autorais, nas suas mais diferentes manifestações e formas de expressão, que emergem no cenário artístico do Rio Grande do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Podem se inscrever músicos profissionais, bandas, grupos ou coletivos independentes, assim como produtores musicais representantes, de projetos de música instrumental, erudita ou popular. Para participar do edital, as apresentações musicais deverão ser integralmente autorais e é necessário que sejam pessoas jurídicas ou microempreendedores individuais que contemplem a atividade de produção musical em seu estatuto ou contrato social. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 31 de maio pelo site <a href="http://noitedosmuseus.com.br/editais" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://noitedosmuseus.com.br/editais&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630517000&amp;usg=AOvVaw0nsjr6w-gFfjVnnRPF7gv3">noitedosmuseus.com.br/editais</a>, onde também está disponível o regulamento completo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O Noite dos Museus 2026 conta com financiamento da Lei Rouanet &#8211; Incentivo a Projetos Culturais, planejamento e produção da Rompecabezas e realização do Instituto Noite dos Museus e do Ministério da Cultura, Governo Federal &#8211; Do Lado do Povo Brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">10ª edição do Noite dos Museus</p>
<p dir="ltr">Dia 28 de novembro, sábado, das 18h até a meia-noite, com entrada franca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Edital público de programação musical</p>
<p dir="ltr">Aberto até 31 de maio, com inscrições gratuitas pelo site <a href="http://noitedosmuseus.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://noitedosmuseus.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630517000&amp;usg=AOvVaw03MOri829OeoRnpqoKrZDW">noitedosmuseus.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arthur Blasio Rambo e Helena Seger lançam o livro “Omnibus Omnia: Der Volksverein – a Sociedade União Popular” em Porto Alegre</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/arthur-blasio-rambo-e-helena-seger-lancam-o-livro-omnibus-omnia-der-volksverein-a-sociedade-uniao-popular-em-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[Será lançado em Porto Alegre, no dia 16 de março, segunda-feira, o livro “Omnibus Omnia: Der Volksverein &#8211; A Sociedade União Popular”, dos escritores Arthur Blasio Rambo e Helena Seger. A atividade, marcada para às 19h30min, no Centro Cultural 25 de Julho, inclui sessão de autógrafos e uma palestra com Helena Seger, que apresenta a história da entidade a partir de documentos históricos, como um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Será lançado em Porto Alegre, no dia 16 de março, segunda-feira, o livro “Omnibus Omnia: Der Volksverein &#8211; A Sociedade União Popular”, dos escritores Arthur Blasio Rambo e Helena Seger. A atividade, marcada para às 19h30min, no Centro Cultural 25 de Julho, inclui sessão de autógrafos e uma palestra com Helena Seger, que apresenta a história da entidade a partir de documentos históricos, como um legado fundamentado na união e na cooperação, convidando à reflexão sobre a permanência desses valores na história do sul do país. A entrada será mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, e o livro estará disponível para compra no local, no valor de R$ 130.</p>
<p dir="ltr">Publicada pela Oikos Editora, a obra percorre a trajetória da entidade fundada no Congresso Católico de 1912 pelo padre Theodor Amstad, em Venâncio Aires, posteriormente transferida para Nova Petrópolis, onde passou a se chamar Associação Theodor Amstad. Entre os episódios de destaque, está o frustrado Katholikentag (Congresso Católico) de 1942, que ocorreria na Serra Gaúcha com a participação de milhares de fiéis, mas foi cancelado em razão da guerra e da perseguição a imigrantes de origem alemã no Brasil.</p>
<p dir="ltr">“A entidade preservou documentos históricos fundamentais, aos cuidados de Walter Seger. São documentos basilares que permitiram reunir em livro o começo, meio e fim de uma história, contada por quem a viveu, incluindo o próprio padre suíço e toda plêiade de seguidores, inclusive o Padre Balduino Rambo”, destaca Helena.</p>
<p dir="ltr">A partir desse acervo, o historiador Arthur Blasio Rambo, aos 95 anos, traduziu e contextualizou os registros, oferecendo uma contribuição significativa à historiografia regional. Ao lado de Helena, o autor traduziu e contextualizou o diário do irmão e o livro atas do Volksverein (1912-1932). O resultado é uma extensa publicação, com 568 páginas, que apresenta a trajetória centenária do Volksverein.</p>
<p dir="ltr">Mais sobre os autores</p>
<p dir="ltr">Arthur Blasio Rambo é professor titular emérito da UFRGS e Unisinos. Foi professor e pesquisador do programa de Pós-Graduação em História da Unisinos, sendo coordenador de 1994 a 2002. É formado em Letras Clássicas, Filosofia e Teologia pela Unisinos e em História Natural pela UFRGS, Doutor em Filosofia e livre docente em Antropologia pela PUCRS, Pós-Doutor pela Universidade V &#8211; René Descartes de Paris. A maior parte de suas publicações tem como foco a imigração alemã no sul do Brasil, como é o caso de O Associativismo teuto-brasileiro e os primórdios do cooperativismo &#8211; A escola comunitária teuto-brasileira católica Um sonho e uma realidade &#8211; O Projeto educacional dos jesuítas no sul do Brasil. Publicou dezenas de artigos em revistas nacionais e internacionais. Traduziu obras de referência sobre a imigração alemã como Cem anos de germanidade e A missão dos jesuítas no sul do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Helena Ines Seger Weber nasceu em Pinhal Alto, em Nova Petrópolis. Foi professora de português e alemão, e é também autora de três livros, entre eles “Nossas Mães e os Sinos de Bochum”, de 2023. Apaixonada pela essência humana, fez Pós-Graduação em Neuropsicopedagogia e Educação Especial Inclusiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">Lançamento do livro “Omnibus Omnia: Der Volksverein &#8211;  Sociedade União Popular”</p>
<p dir="ltr">Com sessões de autógrafos e palestra com a autora Helena Seger</p>
<p dir="ltr">Dia 16 de março, segunda-feira, às 19h30min</p>
<p dir="ltr">Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre (Rua Germano Petersen Júnior, 250 – Auxiliadora – Porto Alegre/ RS – O local possui entrada com rampa, elevador de acessibilidade e lugar especial para cadeirantes)</p>
<p dir="ltr">O ingresso para a palestra é a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Ficha técnica do livro</p>
<p dir="ltr">Omnibus Omnia: Der Volksverein &#8211; A Sociedade União Popular</p>
<p dir="ltr">Autores: Arthur Blasio Rambo e Helena Seger</p>
<p dir="ltr">568 páginas</p>
<p dir="ltr">Editora: Oikos</p>
<p dir="ltr">R$ 130,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Informações para a imprensa:</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Doceiras de ocupação, cooperativa e empresa familiar de Pelotas terão histórias contadas em fotolivro e documentário</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/doceiras-de-ocupacao-cooperativa-e-empresa-familiar-de-pelotas-terao-historias-contadas-em-fotolivro-e-documentario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 17:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[Em maio de 2018, as Tradições Doceiras de Pelotas e Antiga Pelotas foram oficialmente reconhecidas como patrimônio imaterial brasileiro. Este ato do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, valorizando os modos de fazer, saberes e a tradição oral passados de geração em geração de uma história que começou com a chegada dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Em maio de 2018, as Tradições Doceiras de Pelotas e Antiga Pelotas foram oficialmente reconhecidas como patrimônio imaterial brasileiro. Este ato do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, valorizando os modos de fazer, saberes e a tradição oral passados de geração em geração de uma história que começou com a chegada dos portugueses no século XVIII.</p>
<p style="font-weight: 400;">Corta para no final da primeira metade do século XIX, quando ocorreu a expansão do charque em Pelotas, o que enriqueceu a cidade e a tornou um forte polo cultural. Os doces passaram a ser uma possibilidade, quando os navios que levavam o charque para o Nordeste e retornavam com açúcar em abundância. A partir daí, nos intervalos de teatros, dos bailes de gala e dos muitos eventos sociais da época, os doces passaram a estar sempre presentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">O doce é português enquanto preparado em Portugal. Quando atraca na cidade gaúcha, passa a ser produzido por mãos negras que trabalham nas casas dos portugueses.</p>
<p style="font-weight: 400;">As receitas são passadas às cozinheiras africanas para que elas possam fazer os “doces de bandeja”, a maioria feito com gema de ovos como Camafeu, Ninho, Bem-Casado e Pastel de Santa Clara. Foram os escravos que ressignificaram o Quindim português, conhecido como Brisa do Lis, introduzindo uma camada de coco na receita, tornando-o um dos mais famosos do cardápio pelotense.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já a produção dos doces de frutas para fins comerciais ocorreu no início do século XIX. Feitos em tachos de cobre e utilizando frutas nativas e com sementes vindas da Europa, principalmente as de clima temperado que se adaptaram muito à Metade Sul do Estado, como o pêssego, a laranja, a maçã e a videira, representam uma tradição de produção artesanal profundamente enraizada no cotidiano. São as mulheres doceiras que perpetuam as técnicas ancestrais, muitas vezes aprendidas com suas mães e avós, e responsáveis por manter vivas as práticas que envolvem a preparação dos ingredientes e a produção dos doces em condições que respeitam os métodos tradicionais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na década de 1980, a cidade já contava com diversas fábricas especializadas em doces cristalizados, compotas, marmeladas e goiabadas, mas foi a iniciativa da Cooperativa dos Doceiros de Pelotas e da Prefeitura local o alicerce para a primeira edição da Feira Nacional do Doce, em 1986. Porém, falta contar uma parte da história.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Existe um silêncio que separa o centro da periferia, um descompasso no acesso às oportunidades de valorização. Entre as pressões de um mercado que busca a padronização e o rigor das certificações, muitas vezes o artesanal, aquele que nasce no meio rural ou nos pátios distantes, vê-se à margem, limitado por exigências que o capital impõe e a tradição desconhece. A certificação, que deveria proteger, acaba por excluir quem não possui recursos para se moldar a exigências burocráticas e financeiras, ignorando que o verdadeiro saber-fazer nasce da vida, não de padrões”, destaca Noris Leal, diretora do Museu do Doce da Universidade Federal de Pelotas e professora do Bacharelado em Museologia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Foi com intuito de dar rosto a esse saber que as fotógrafas Andressa Santos e Gabriela Cunha se uniram para registrar em um fotolivro o cotidiano de seis mulheres doceiras e verdadeiras guardiãs desta herança: Claudete Lessa, Sônia Mara Farias, Marli Bandeira, Ligia Maria Ribeiro, Cibele Costa e Cíntia Costa. <strong>“As Mulheres Por Trás dos Doces” será lançado no dia 27 de maio, no Museu do Doce da UFPel localizado no centro histórico de Pelotas, no casarão nº 08 da Praça Coronel Pedro Osório. </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">“São essas mulheres que perpetuam as técnicas ancestrais, muitas vezes aprendidas com suas mães e avós, e responsáveis por manter vivas as práticas que envolvem a preparação dos ingredientes e a produção dos doces em condições que respeitam os métodos tradicionais. A prática de fazer doces de frutas se mantém viva nas cozinhas domésticas e pequenas fábricas, graças à resistência dessas mulheres que, apesar dos desafios impostos pela modernização e pela regulamentação sanitária, continuam a preservar e valorizar essa importante herança cultural. O fotolivro ‘As Mulheres por trás dos Doces’ documenta, por meio de uma perspectiva artística e sensível, às relações de afeto, tradição e resistência que permeiam o saber-fazer das doceiras de Pelotas e região. Um registro que vai além do ato de fazer doces, revelando o profundo vínculo entre identidade, memória e comunidade”, afirmam as fotógrafas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além do fotolivro, está em fase de finalização um documentário de 30 minutos, que será disponibilizado online e de forma gratuita, com depoimentos das doceiras participantes e de Noris Leal, diretora do Museu do Doce da Universidade Federal de Pelotas, proporcionando uma visão mais profunda de suas vidas, das regiões em que vivem e das tradições que preservam.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Histórias de tradição e resistência</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Claudete Lessa </strong>é doceira quilombola nascida na zona rural de Canguçu, no extremo sul do Rio Grande do Sul. Liderança no Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão, atua como coordenadora da Cozinha das Mais Velhas, um espaço de resistência cotidiana em que práticas alimentares se entrelaçam com saberes ancestrais, redes de cuidado e estratégias coletivas de enfrentamento à insegurança alimentar na cidade de Pelotas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sônia Mara Farias</strong> é outra potente liderança no Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão e atua com Claudete na coordenação da Cozinha das Mais Velhas. Como articuladora política, cozinheira e conselheira, estabelece relações de aprendizado profundo com os mais jovens, compartilhando saberes com generosidade, firmeza e alegria.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Marli Bandeira </strong>é doceira, natural de Canguçu, no extremo sul do Rio Grande do Sul, com longa trajetória de vida e trabalho em Pelotas. Liderança no Kilombo Urbano, atua como mediadora de conflitos e inspira formas cuidadosas e eficazes de comunicação entre as pessoas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Lígia Maria Ribeiro</strong> foi uma das fundadoras da Cooperativa dos Doceiros de Pelotas, na década de 1980, que se tornou fundamental para a organização e o reconhecimento da produção local. Em um movimento coletivo, protagonizado majoritariamente por mulheres e articulado com o poder público, foram organizadas feiras em diferentes regiões do estado e do país. Esse esforço contribuiu diretamente para a consolidação da cidade como “Capital Nacional do Doce”, para o fortalecimento da Fenadoce como evento cultural e econômico e para a conquista de um espaço permanente de comercialização no centro da cidade, hoje conhecido como a Rua do Doce, localizada no calçadão de Pelotas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Cibele Costa e Cíntia Costa </strong>são nora e neta, consecutivamente, de Seu Jordão e Dona Eva, fundadores da Doces Vô Jordão, uma empresa familiar com raízes artesanais fundada no final da década de 1960. Especializada em doces tradicionais, a marca utiliza frutas cultivadas pela própria família, destacando-se pela produção de passas de pêssego e doces cristalizados.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Projeto realizado com recursos do Edital SEDAC/PNAB RS n° 27/2024 &#8211; ARTES VISUAIS.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>FICHA TÉCNICA<br />
FOTOLIVRO<br />
Fotógrafas: </strong>Andressa Santos e Gabriela Cunha<br />
<strong>Doceiras: </strong>Cíntia Costa e Cibele Costa (Doces Vô Jordão), Claudete Lessa, Marli Bandeira e Sônia Mara Farias (Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão) e Lígia Maria Ribeiro (Cooperativa dos Doceiros de Pelotas)<br />
<strong>Prefácio: </strong>Noris Mara P M Leal<br />
<strong>Projeto Gráfico: </strong>Gabriela Cunha<br />
<strong>Revelação e Digitalização: </strong>Lab:Lab<strong> </strong>Analógico &#8211; Laboratório Fotográfico<br />
<strong>Roteiro de Audiodescrição:</strong> Débora Haupt<br />
<strong>Consultoria de Audiodescrição:</strong> Luciane Molina</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PROJETO &#8211; AS MULHERES POR TRÁS DOS DOCES<br />
Produção Executiva: </strong>Gabriela Cunha e Gustavo Cunha (fuzzz lab<strong>)<br />
Cinegrafistas: </strong>Andressa Santos e Gabriela Cunha<br />
<strong>Edição de Vídeo: </strong>Gustavo Cunha<br />
<strong>Técnico de Mixagem de Som: </strong>Gustavo Cunha<br />
<strong>Trilha Sonora: </strong>Gustavo Silveira<br />
<strong>Designer Gráfico: </strong>Gabriela Cunha<br />
<strong>Social Media: </strong>Andressa Santos<br />
<strong>Gestor de Tráfego Pago: </strong>Nicholas Sonvezzo<br />
<strong>Assessoria de Imprensa: </strong>Roberta Amaral</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Agradecimentos: </strong>Museu do Doce – UFPel, Kilombo Urbano Ocupação Canto de Conexão, Cooperativa dos Doceiros de Pelotas e Doces Vô Jordão</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O projeto de restauração da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário conclui a etapa de recuperação do telhado</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/o-projeto-de-restauracao-da-igreja-matriz-nossa-senhora-do-rosario-conclui-a-etapa-de-recuperacao-do-telhado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário &#8211; Rio Pardo (RS) concluiu sua primeira etapa e no próximo domingo, dia 1º de março, às 9 horas, será realizado um evento de entrega. O mais antigo templo católico do município, com quase 250 anos, simboliza a história viva da colonização portuguesa na região [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de <b>restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário &#8211; Rio Pardo (RS)</b> concluiu sua primeira etapa e no próximo domingo, dia 1º de março, às 9 horas, será realizado um evento de entrega. O mais antigo templo católico do município, com quase 250 anos, simboliza a história viva da colonização portuguesa na região do Vale do Rio Pardo.</p>
<p>O telhado, que estava bem degradado devido à infiltração de água da chuva e ação de térmitas / xilófagos, tais como brocas e cupins, passou por um cuidadoso processo de recuperação. Foi feita uma reabilitação a estrutural de madeira, com a imunização e a substituição pontual de peças mais degradadas. Para proporcionar maior longevidade e garantir a vedação do telhado, foi inserida uma subcobertura metálica sobre os caibros e feito o reentelhamento com telhas do tipo capa e canal, semelhantes às originais.</p>
<p>“Tudo para evitar que chova dentro da edificação, deixando a madeira melhor acondicionada e menos suscetível às pragas. E foi implementada a acessibilidade para facilitar a inspeção e a manutenção”, explica o arquiteto responsável <b>Lucas Volpatto</b>, do Studio1 Arquitetura.”</p>
<p>A obra, acompanhada pelo corpo técnico do <b>Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul (IPHAE)</b>, foi executada com recursos do<b> Fundo de Apoio à Cultura (FAC)</b>, Sedac/Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Sob a gestão da <b>Cult Assessoria e Projetos Culturais</b> e coordenação do escritório <b>Studio1 Arquitetura</b>, o projeto é uma realização da <b>Mitra Diocesana de Santa Cruz do Sul</b> e <b>Paróquia Nossa Senhora do Rosário – Rio Pardo</b>.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Ação de educação patrimonial</b></p>
<p>Com o objetivo de conscientizar sobre a importância da preservação da Igreja Matriz, salientando as técnicas e cuidados necessários para manter sua integridade, ações de educação patrimonial foram planejadas.</p>
<p>Visitas orientadas por uma equipe de especialistas em patrimônio, arte e conservação, estudantes do ensino fundamental, médio e de Arquitetura ocorreram ao longo de 2025.</p>
<p>E, para celebrar a entrega desta etapa, foram elaboradas duas cartilhas que serão distribuídas para o público presente no evento do dia 1º. Além das empresas e entidades envolvidas, uma equipe multidisplinar participou também dessa concepção que contou com pesquisa e texto dos historiadores <b>Pedro Meirelles e Sofia Inda</b>, ilustrações de <b>Betina Nilsson</b> e projeto gráfico de <b>Telma A. Mota</b> e <b>Gabriela S. Pinto</b>.</p>
<p>“Uma conta a história da Igreja, identificando os diversos símbolos que integram o templo religioso e a outra vai orientar a comunidade sobre a importância da conservação, explicando o processo de recuperação do telhado e como identificar as pragas e danos que possam vir a acontecer daqui pra frente para evitar uma outra grande obra de restauração”, observa Volpatto.</p>
<p><b>Patrimônio histórico e arquitetônico</b></p>
<p>Segundo pesquisa histórica, em 1778, foi erguida uma capela que acabou dando lugar a uma construção mais robusta – iniciada em 1790 com base no projeto do engenheiro militar Francisco João Roscio. Foi finalizada em 1801, ainda sem torres, tampouco revestimento interno ou externo, sinos ou relógio. Pouco a pouco, detalhes foram acrescentados ao templo. Uma das torres ficou pronta em 1854, a outra só em 1885. Os sinos e o relógio são da década de 1850. E as pinturas, datadas do período entre 1927 e 1930.</p>
<p>Concluída no século XIX, a fachada da Matriz tem estilo historicista e eclético, com detalhes que remetem ao neoclássico. Seu acervo sacro é único, composto pelo altar-mor e retábulos originais agregados, com imagens religiosas descritas abaixo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>-Nossa Senhora do Rosário, padroeira da Matriz, assentada no altar-mor. A escultura em madeira é originária da antiga Irmandade dos Pretos (1773);</p>
<p>-Retábulo de Nossa Senhora das Dores, um dos exemplares mais antigos da Matriz, mistura elementos do barroco e do rococó;</p>
<p>&#8211; Retábulo Nossa Senhora da Assunção;</p>
<p>&#8211; Retábulo São Francisco de Paula;</p>
<p>&#8211; Retábulo de Santa Teresinha do Menino Jesus;</p>
<p>&#8211; Retábulo do Divino Espírito Santo;</p>
<p>&#8211; Imagem do Cristo Morto. Durante a Semana Santa, é exposta e levada em procissão. Feita em madeira com braços articulados, foi trazida da Bahia em 1848;</p>
<p>&#8211; Sagrado Coração de Jesus. A imagem do Sagrado Coração de Jesus, encomendada em 1918, foi feita pelo artista italiano Marino del Favero (1864-1943);</p>
<p>&#8211; Pinturas: entre 1927 e 1930, a igreja recebeu sua decoração atual. As pinturas das paredes, do forro e da capela-mor são assinadas por Fernando Schlatter (1870-1949) e Franz Steinbacher (1887-1933). No painel central, se destacam imagens dos quatro Evangelistas &#8211; Mateus, Marcos, Lucas e João, além de Maria e Jesus Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Glaci Braga</b>, sócia-diretora da Cult Assessoria e Projetos Culturais reitera a relevância da iniciativa:</p>
<p>“O projeto de restauração é fundamental não só para a comunidade católica como também para Rio Pardo e Rio Grande do Sul, considerando que se trata de um bem tombado pelo município (1980), e pelo IPHAE (2010). É um símbolo afetivo de imenso valor histórico e cultural, integrado ao conjunto de imóveis históricos de Rio Pardo.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova Rheingantz lança projeto de turismo cultural focado na memória operária e patrimônio industrial</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/nova-rheingantz-lanca-projeto-de-turismo-cultural-focado-na-memoria-operaria-e-patrimonio-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 13:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[A história do desenvolvimento industrial do sul do Rio Grande do Sul ganha um novo capítulo de valorização. A Nova Rheingantz, em Rio Grande, anunciou neste mês o lançamento do projeto &#8220;Patrimônio Industrial e Memória Operária Nova Rheingantz&#8221;, uma iniciativa voltada a visitas mediadas que busca reconectar a comunidade com o legado arquitetônico e social da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">A história do desenvolvimento industrial do sul do Rio Grande do Sul ganha um novo capítulo de valorização. A Nova Rheingantz, em Rio Grande, anunciou neste mês o lançamento do projeto &#8220;Patrimônio Industrial e Memória Operária Nova Rheingantz&#8221;, uma iniciativa voltada a visitas mediadas que busca reconectar a comunidade com o legado arquitetônico e social da antiga fábrica Rheingantz. O complexo, que está em fase de revitalização para receber novas atividades voltadas à educação, economia criativa e inovação, é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Estado.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">No formato de visita mediada, o projeto propõe uma imersão na identidade local. O roteiro conduz os visitantes pelos espaços que um dia abrigaram centenas de teares e milhares de trabalhadoras e trabalhadores, abordando desde o processo de industrialização até o cotidiano dentro da fábrica. O objetivo é transformar o patrimônio edificado em um cenário vivo de educação patrimonial e turismo cultural.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Ricardo Henriques, Executivo de Relações Institucionais da Nova Rheingantz, explica que a iniciativa faz parte da missão do novo projeto. “O futuro desse espaço tão simbólico socialmente e historicamente passa pela sua história, e nós queremos que tudo isso impulsione a conexão da comunidade com o território e que também seja um motor para atrair mais turismo à nossa cidade”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">As visitas são mediadas e incluem um passeio interno para conhecer sobre os antigos processos de produção fabril, incluindo maquinários que ainda estão no local, além de documentos e fotografias antigas. A responsável pelas visitas é a riograndina Vanessa Avila Costa, Arqueóloga industrial, Educadora patrimonial e com pesquisas dedicadas à Fábrica Rheingantz ao longo da sua carreira.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">“As visitas mediadas à antiga Fábrica Rheingantz são fundamentais não apenas para apresentar à comunidade o espaço físico, os maquinários e os artigos têxteis, bem como sua importância histórica, mas, sobretudo, para valorizar as memórias, os saberes e as experiências das ex-operárias e dos ex-operários que teceram, com seu trabalho cotidiano, a história da indústria. Ao ouvir essas narrativas e reconhecer essas pessoas como protagonistas, buscamos promover uma educação patrimonial sensível e socialmente engajada, que conecta passado e presente e fortalece o sentimento de pertencimento ao patrimônio industrial e à identidade operária”, destaca Vanessa.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Memória que vale ingresso </span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Um dos pontos altos do projeto é o reconhecimento daqueles que construíram essa história, garantindo a gratuidade para ex-operárias e ex-operários da fábrica nas visitas guiadas. Para acessar o benefício basta comprovar o vínculo com a fábrica, seja através de documentos, registros, fotografias ou compartilhamento de relatos e memórias do trabalho durante a visita.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">A visitação também é voltada principalmente para grupos escolares, que podem aprender fora da sala ainda mais sobre a história local. Os valores dos ingressos para escolas é de R$ 15,00, enquanto para o público em geral morador da cidade o valor é de R$ 25,00. O valor para turistas é de R$ 30,00.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Agenda de fevereiro</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">As primeiras visitas acontecem já neste mês, no sábado (07/02), às 14h, e na quinta-feira (12/02), às 15h. Além do roteiro interno, os visitantes podem optar por uma extensão do passeio até a Vila Operária, com valor adicional de R$ 5,00 por pessoa, compreendendo a relação urbanística entre a fábrica e a moradia de trabalhadores e trabalhadores.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Os agendamentos e informações complementares podem ser feitos pelo WhatsApp +53 98412 6116 ou no e-mail <a href="mailto:visitacao@novarheingantz.com.br" target="_blank" rel="noopener">visitacao@novarheingantz.com.<wbr />br</a></span></p>
<p><span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">Sobre a Nova Rheingantz</span><br />
<span id="m_4094966803475972762docs-internal-guid-8d86b230-7fff-2253-7f78-0da0dcd7165d">A Fábrica Rheingantz foi um dos maiores complexos da indústria têxtil da América Latina, tendo sido inaugurada em 1873. Mais de 2 mil funcionários chegaram a trabalhar simultaneamente no local. Na década de 80, as operações foram finalizadas devido à falência da empresa proprietária à época. Parte do complexo foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) em 2012, quando houve o leilão em que a Innovar Incorporações arrematou o imóvel por R$ 14,9 milhões. As obras de revitalização da parte tombada estão focadas em manter a estrutura e elementos originais, preservando a história do local. A área total do terreno conta com 14,6 hectares. O objetivo é construir um novo espaço urbano com o DNA das suas origens e projetos voltados a um ecossistema de empreendedorismo, inovação, cultura e bem-estar abertos à população.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição histórica sobre o trem na serra gaúcha ganha vida na Estação Campos de Canella</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/exposicao-historica-sobre-o-trem-na-serra-gaucha-ganha-vida-na-estacao-campos-de-canella/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Gaúcha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viniciusmitto.com.br/?p=6031</guid>

					<description><![CDATA[A Estação Campos de Canella (www.estacaocanella.com.br), mais conhecida como a “Rua Coberta de Canela”, a partir de agora, contará com uma atração permanente para os visitantes, a exposição “Memória sobre Trilhos”. Com produção de Adriana Guimarães e Liliana Reid, a mostra é composta por diversos painéis com textos breves, ilustrações e fotos relacionados à história do trem, além de um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A <b>Estação Campos de Canella</b> (<u><a id="m_3879000206025839365OWA2a53be56-08dc-1de7-5b09-d30e9fb2eb5b" href="http://www.estacaocanella.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.estacaocanella.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1769264311364000&amp;usg=AOvVaw3R-4LHarX7VWX1sX4KPxrC">www.estacaocanella.<wbr />com.br</a></u><u>)</u>, mais conhecida como a <b>“Rua Coberta de Canela”</b>,<b> </b>a partir de agora, contará com uma atração permanente para os visitantes, a exposição <b>“Memória sobre Trilhos”</b>.</div>
<div></div>
<div>Com produção de Adriana Guimarães e Liliana Reid, a mostra é composta por diversos painéis com textos breves, ilustrações e fotos relacionados à história do trem, além de um QR Code com informações adicionais.</div>
<div></div>
<div>Dentre os temas apresentados na exposição estão o surgimento dos trens no mundo e sua expansão pelo Rio Grande do Sul, aprofundando na construção da estrada de ferro que ligava Porto Alegre a Canela, e que foi fundamental para o desenvolvimento social e econômico da região.</div>
<div></div>
<div>De acordo com as produtoras, a ferrovia sempre foi mais do que um meio de transporte: foi um símbolo de progresso, encontro e transformação. “Queremos que o público revisite essa trajetória que atravessa continentes, molda civilizações e deixa marcas profundas no Estado, até chegar ao coração de Canela”, explicam.</div>
<div></div>
<div>A exposição dá, ainda, relevante destaque ao Coronel João Corrêa, que ganhou a concorrência para construir a linha entre as cidades, apresentando uma solução para a dificuldade que era fazer o trem subir a serra gaúcha. “Ele conseguiu resolver o problema através de uma manobra chamada rabicho, um sistema de subida de ré”, recordam Guimarães e Reid, que completa: “Foi um feito grandioso e que, devido à necessidade de registrar a construção para os investidores ingleses, foi toda documentada através de fotos, criando um rico acervo da construção”.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Para as produtoras, a exposição tem o objetivo de ser um memorial sobre o trem, compartilhando conhecimentos. “É importante para quem visita a cidade conhecer essa parte da história, que tem papel significativo no desenvolvimento de Canela, Gramado e de toda a região. Cada imagem, trecho e detalhe revelam capítulos de uma história que continua viajando, mesmo após o apito final do trem”, finalizam Adriana Guimarães e Liliana Reid.</div>
<div></div>
<div> <b>“Memória sobre Trilhos” </b>tem realização da Novalternativa Incorporadora e Estação Campos de Canella, com produção de Almanaque de Canela (<u><a id="m_3879000206025839365OWAe4aea81d-b825-d311-583f-c3c7a6fa4c20" href="http://www.almanaquedecanela.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.almanaquedecanela.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1769264311365000&amp;usg=AOvVaw2GkQomqn40PV4AlSMKrIpf">www.almanaquedecanela.com.br</a></u>) e apoio de Grande Hotel Canela, Família Corrêa, Marizabel Viezze, EYES Soluções.</div>
<div></div>
<div></div>
<div><b>Mais informações:</b></div>
<div>A Rua Coberta de Canela fica no Largo Benito Urbani nº 77, bairro Centro. O local é famoso por ser um complexo turístico no coração da cidade e reunir o melhor da Gastronomia, Comércio, Cultura e Entretenimento.</div>
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		<item>
		<title>Arquivo Histórico Municipal Lino Grings atende em novo endereço</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/arquivo-historico-municipal-lino-grings-atende-em-novo-endereco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde o início do mês de janeiro, o Arquivo Histórico Municipal Lino Grings está operando em uma nova sede para melhor atender a comunidade e preservar a memória de Nova Petrópolis. O novo espaço de atendimento ao público está localizado na Rua Rui Barbosa, nº 1073, no Bairro Logradouro, funcionando ao lado do Espaço Mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Desde o início do mês de janeiro, o Arquivo Histórico Municipal Lino Grings está operando em uma nova sede para melhor atender a comunidade e preservar a memória de Nova Petrópolis. O novo espaço de atendimento ao público está localizado na Rua Rui Barbosa, nº 1073, no Bairro Logradouro, funcionando ao lado do Espaço Mais Cultura Professor Renato Urbano Seibt. Sob a responsabilidade do historiador Pedro Henrique Scheer, o Arquivo Histórico está aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h20 às 17h.</p>
<p style="font-weight: 400;">Como um importante centro de salvaguarda da história local, o Arquivo Histórico Municipal Lino Grings é um espaço público dedicado à guarda e organização de diversos documentos que narram a trajetória do Município e de seus cidadãos. Além da consulta presencial de documentos físicos, o local desenvolve pesquisas históricas e está de portas abertas para receber visitas de turmas escolares, promovendo a educação patrimonial entre os estudantes. O acervo é vasto e diversificado, contando com uma hemeroteca composta por diferentes jornais, além de um expressivo arquivo digital de fotografias e vídeos que documentam décadas de história.</p>
<p style="font-weight: 400;">A modernização do acesso à informação também é uma prioridade da instituição. Atualmente, os interessados podem visualizar o catálogo do Arquivo de forma online, por meio do site oficial da Prefeitura de Nova Petrópolis, no endereço <a href="https://www.novapetropolis.rs.gov.br/pagina/documentos-arquivo-historico" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.novapetropolis.rs.gov.br/pagina/documentos-arquivo-historico&amp;source=gmail&amp;ust=1768494611177000&amp;usg=AOvVaw37Csp2Ho8tmXW0hEq7Cgol">https://www.novapetropolis.rs.gov.br/pagina/documentos-arquivo-historico</a>. Esta ferramenta facilita o trabalho de pesquisadores e curiosos que desejam identificar documentos antes da visita presencial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Caso haja necessidade de solicitar cópias de materiais específicos, o pedido pode ser feito diretamente no balcão de atendimento ou de maneira remota, através do e-mail <a href="mailto:arquivohistorico@novapetropolis.rs.gov.br">arquivohistorico@novapetropolis.rs.gov.br</a>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para mais notícias sobre Nova Petrópolis acesse o site oficial do Município, www.novapetropolis.rs.gov.br. Saiba mais sobre o turismo de Nova Petrópolis em www.turismo.novapetropolis.rs.gov.br. Na página oficial do Facebook da Prefeitura de Nova Petrópolis, facebook.com/novapetropolisrs, encontre informações atualizadas, fotos e vídeos das ações realizadas pela Administração Municipal. Siga Nova Petrópolis no Instagram @prefeituranovapetropolis.</p>
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		<title>Novo complexo cultural do RS, Villa Santo Inácio realiza dois espetáculos gratuitos de Natal</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/novo-complexo-cultural-do-rs-villa-santo-inacio-realiza-dois-espetaculos-gratuitos-de-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 13:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo complexo turístico, cultural e educacional do Rio Grande do Sul, a Villa Santo Inácio realiza na próxima terça e quarta-feira, dias 16 e 17 de dezembro, às 20h, o festival Encantos do Natal, reunindo 13 atrações em dois espetáculos gratuitos que celebram a chegada da época mais festiva e lúdica do ano. As apresentações vão acontecer em um palco ao ar livre, montado em frente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Novo complexo turístico, cultural e educacional do Rio Grande do Sul, a Villa Santo Inácio realiza na próxima terça e quarta-feira, dias 16 e 17 de dezembro, às 20h, o festival Encantos do Natal, reunindo 13 atrações em dois espetáculos gratuitos que celebram a chegada da época mais festiva e lúdica do ano. As apresentações vão acontecer em um palco ao ar livre, montado em frente ao prédio histórico fundado por padres jesuítas em 1937, localizado em Salvador do Sul, no Vale do Caí, a cerca de 90 quilômetros de Porto Alegre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A programação reúne artistas de diversas regiões do Rio Grande Sul, entre coros, orquestras e outros coletivos artísticos, explorando diferentes linguagens, como teatro, música e dança. No primeiro dia, o evento vai mesclar música instrumental, música pop e música de concerto com grandes participações. Estão confirmados o cantor e compositor Thedy Corrêa, conhecido pelo trabalho à frente da banda Nenhum de Nós; além da cantora Laura Dalmás, a Orquestra Theatro São Pedro, o Ballet Candice Assmann, e quatro grupos corais: o de Meninas de Bom Princípio, o Municipal de Salvador do Sul, o Pura Magia e o Cant’Arte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Já na segunda noite, sobem ao palco o conjunto cênico-musical Jingle Band, a Camerata Ivoti, a Orquestra Municipal de Salvador do Sul e o CTG Querência da Serra, mesclando canções natalinas com danças tradicionalistas e peças clássicas. Ambas as atividades são abertas ao público, com entrada franca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“É um evento que vai muito além do espetáculo e que une cultura e tradição com o espírito natalino. Nosso objetivo é reunir diferentes gerações em um momento de celebração e de fortalecimento de laços com a comunidade, além de trazer visibilidade para o Vale do Caí”, explica Shirley Balbino, diretora da Villa Santo Inácio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Essa será a segunda edição da programação especial de Natal. Em 2024, o evento surpreendeu os organizadores, recebendo mais de 1,3 mil pessoas. Para esse ano, a meta é praticamente dobrar o número de espectadores, com a expectativa de atrair cerca de 2,5 mil pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"> “A ideia é convidar o público a viver uma experiência única em um dos patrimônios mais especiais do Estado e conhecer esse espaço histórico, com grande potencial turístico, que fica a pouco mais de uma hora de carro da capital”, completa Evandro Matté, coordenador cultural da Villa Santo Inácio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O evento reforça a transformação pelo qual o prédio histórico vem passando no último ano. O local, com mais de 10 mil metros quadrados de área construída, já foi seminário, internato, colégio, espaço de fé e reflexão e, desde agosto de 2025, passou a ser um complexo dedicado à arte, à cultura e à educação. “O projeto de transformação está se desenvolvendo aos poucos. Como estamos nos apropriando de uma construção centenária gigantesca, temos o desafio de fazer o uso de todos os espaços e a responsabilidade de manter viva a história e a essência educacional, espiritual, humanista e cultural desse local que foi responsável por impactar positivamente a vida de muita pessoas da região, sendo luz na jornada de muitas delas”, pontua Shirley.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mais sobre a Villa Santo Inácio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="CToWUd a6T aligncenter" tabindex="0" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=ec9ba75f13&amp;attid=0.1&amp;permmsgid=msg-f:1851236977749215097&amp;th=19b0ea3915cf4779&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1851236977749215097&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ9cxwr1CNgWWRknwoCzNTNc8pJptlFu_B4Y3eA8Ja_1mZDWTrvV2nx2G9TJkmJfA_X5uL39qBGW3rKPe1Z1t3mGUxIAihpYDnoJlsVtQBFZbqnWlMI2tPekPTw&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mj1rh1be1&amp;zw" alt="image.jpeg" width="492" height="277" data-image-whitelisted="" data-bit="iit" /></p>
<p dir="ltr">Construção com mais de 10 mil metros quadrados, que abrigou o antigo Seminário e Colégio Santo Inácio de Loyola, agora é um complexo turístico, educacional e cultural</p>
<p dir="ltr">Crédito da foto: Pulsar Produtora</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o espaço conta ainda com um projeto educativo, que engloba aulas de idiomas e cursos de pós-graduação, realizados em parceria com o Instituto Ivoti. Para o futuro, a Villa Santo Inácio prevê uma parceria com a Sonata Brasil para trazer programas de desenvolvimento de jovens líderes com base sólida humanista &#8211; filosofia, arte, cultura geral &#8211; e tecnologia IA. A instituição também planeja a expansão da sua programação artística, com uma agenda contínua, promovendo concertos, festivais, recitais, palestras e espetáculos de dança, música coral e pop, além de atrações de literatura e exposições de artes plásticas, transformando o complexo em um polo de referência cultural.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa busca enriquecer a vida cultural da região, fortalecer a formação educacional e impulsionar o turismo local, criando experiências que valorizam as manifestações artísticas, aproximam estudantes da história e do patrimônio, e transformam o Villa Santo Inácio em um destino que une memória, conhecimento e vivência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço<br />
Encantos de Natal</p>
<p dir="ltr">Dias 16 e 17 de dezembro, às 20h</p>
<p dir="ltr">Villa Santo Inácio (Rua Padre Reus, 200 &#8211; Salvador do Sul/RS)<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Terça-feira</p>
<p dir="ltr">Thedy Corrêa</p>
<p dir="ltr">Laura Dalmás<br />
Orquestra Theatro São Pedro (Regência de Evandro Matté)<br />
Ballet Candice Assmann</p>
<p dir="ltr">Coral de Meninas de Bom Princípio</p>
<p dir="ltr">Coral Municipal de Salvador do Sul</p>
<p dir="ltr">Coral Pura Magia</p>
<p dir="ltr">Coral Cant’Arte</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Quarta-feira</p>
<p dir="ltr">Grupo de teatro Jingle Band</p>
<p dir="ltr">Camerata Ivoti</p>
<p dir="ltr">Orquestra Municipal de Salvador do Sul</p>
<p dir="ltr">CTG Querência da Serra (Invernada Juvenil)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Casa de Cultura Mario Quintana inaugura espaço com jardim sensorial e vista panorâmica da cidade</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/casa-de-cultura-mario-quintana-inaugura-espaco-com-jardim-sensorial-e-vista-panoramica-da-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 17:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museu]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Como parte das comemorações dos seus 35 anos, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), inaugura no dia 25 de novembro, às 18h, o Terraço Petrobras. Com vista panorâmica da cidade de Porto Alegre (RS), o jardim sensorial fica no sétimo andar e propõe um refúgio para contemplação e descompressão. Além de explorar os aspectos visuais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Como parte das comemorações dos seus 35 anos, a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), inaugura no dia 25 de novembro, às 18h, o Terraço Petrobras. Com vista panorâmica da cidade de Porto Alegre (RS), o jardim sensorial fica no sétimo andar e propõe um refúgio para contemplação e descompressão. Além de explorar os aspectos visuais da própria Casa, o local conta com um jardim que estimula o olfato, o tato, a visão, a audição e o paladar, reunindo plantas nativas do Rio Grande do Sul, além de caixas de seixos rolados, areia, saibro e brita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Durante o evento que marca a abertura do novo espaço, a sutilizadora corporal e artista Carina Sehn, e a compositora e designer de sons Carina Levitan vão ministrar a performance Escuta do Agora no Jardim Sensorial. A meta é oferecer um tempo de pausa e sintonia com estímulos sensoriais, como uma forma de contemplação e conexão com a natureza por meio dos cinco sentidos. A performance ainda inclui a distribuição de mudas de algumas das plantas presentes no local, oportunizando ao público levar uma extensão do jardim sensorial para as suas casas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O novo espaço da CCMQ valoriza a biodiversidade gaúcha, reunindo espécies representativas dos biomas Pampa e Mata Atlântica, como Erva Pompom, Farroupilha, Íris, Butiá, Erva-Mate, Guaimbé e Capim dos Pampas. Dessa forma, estimula os sentidos por meio de cores, aromas, texturas, sons e sabores, seja pela vegetação, seja pelos percursos que podem ser realizados no terraço, provocando uma espécie de jogo sensório e lúdico a quem o visita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O Terraço Petrobras conta ainda com guarda-corpo e acessibilidade universal garantida para pessoas que utilizam cadeiras de rodas, com rampas que permitem chegar nas bordas do espaço e ter uma visão completa, tanto do jardim quanto da vista do entorno. O projeto, concebido pelos arquitetos José Roberto Weber Salvi e Raimundo Giorgi, conta com paisagismo sustentável orientado pela agrônoma Cláudia Litvin, preservou as características do conjunto histórico tombado com uma construção leve, modular e sobreposta, utilizando técnicas de montagem sem perfurações nos pisos originais, que compõem o patrimônio edificado da Casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Após a sua inauguração, o local poderá ser visitado pelo público, sem necessidade de agendamento prévio, de terça-feira a domingo, das 10h às 20h, e fará parte das visitas mediadas gratuitas oferecidas pela instituição. “O Terraço Petrobras oferece uma das vistas mais privilegiadas da Casa de Cultura Mario Quintana, agora aberto ao público com segurança e acessibilidade, atendendo às normas de PPCI e equipado com um moderno guarda-corpo”, destaca a diretora da CCMQ, Adriana Sperandir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O terraço foi viabilizado pela Petrobras, que entrou recentemente como nova patrocinadora da CCMQ, por meio de edital do Programa Petrobras Cultural. A empresa ainda vai proporcionar o Plano Bianual da Casa, que teve início no último mês de agosto e terá vigência até julho de 2027, com um investimento total de R$ 3,2 milhões pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). O valor corresponde a mais de 50% dos recursos necessários para executar o plano, garantindo a manutenção de diversas atividades culturais gratuitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A Petrobras se soma aos outros parceiros e permite que a instituição avance em experimentações e qualificação artística, atuando fortemente na educação e na profissionalização dos setores, e oferte espaços, equipamentos e equipes técnicas para que cada atividade possibilite a melhor experiência estética possível a toda a comunidade. Entre as ações previstas para os próximos dois anos da CCMQ estão exposições de artes visuais, apresentações musicais e de artes cênicas, feiras e editais de economia criativa, atividades literárias, programação radiofônica, visitas mediadas, eventos multiculturais e iniciativas de formação. Os recursos disponibilizados pelos patrocinadores possibilitam ainda a contratação de mais de 40 profissionais regulares, em áreas como comunicação, educativo, produção executiva e de teatros, equipes técnicas e de acessibilidade, que complementam o quadro de servidores da Sedac.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O novo espaço reforça a conexão entre humanidade e natureza que tem orientado a CCMQ. O jardim sensorial do Terraço Petrobras será o segundo a ser inaugurado pela Casa, que também conta desde 2002 com o Jardim Lutzenberger, no quinto andar, com uma centena de espécies da paisagem cultural agrícola sulina, entre plantas alimentícias, medicinais, temperos e ornamentais. O espaço complementa o centro cultural de 11 mil m² que também abriga livraria, café, restaurante, loja especializada e bar; espaços expositivos e quatro galerias de arte; quarto do poeta e acervo Mario Quintana; duas bibliotecas; dois teatros e um auditório; salas multiuso de ensaio, oficinas e cursos; memoriais dedicados a Theodor Wiederspahn e Oliveira Silveira; Acervo Elis Regina; Discoteca Natho Henn e três salas de cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço<br />
Inauguração do Terraço Petrobras da Casa de Cultura Mario Quintana, com a performance Escuta do Agora no Jardim Sensorial, com as artistas Carina Sehn e Carina Levitan</p>
<p dir="ltr">Dia 25 de novembro, terça-feira, às 18h</p>
<p dir="ltr">7º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 &#8211; Centro Histórico &#8211; Porto Alegre/RS)</p>
<p dir="ltr">Entrada franca</p>
<p dir="ltr">Em caso de chuva, a inauguração será mantida e toda a ação será concentrada no espaço interno em frente ao jardim</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Após a inauguração, o espaço ficará aberto para visitação do público de terça a domingo, das 10h às 20h, e fará parte das visitas mediadas gratuitas oferecidas pela instituição. Mais informações no site <a href="http://www.ccmq.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.ccmq.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1763486399291000&amp;usg=AOvVaw07F0pfhngBBGW39tnkDhyt">www.ccmq.com.br</a> e nas redes sociais em @ccmarioquintana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre as artistas</p>
<p dir="ltr">Carina Sehn é sutilizadora corporal, terapeuta certificada em BodyTalk System e artista residente na Bronze Residência, em Porto Alegre. Especialista em saúde mental coletiva e pesquisadora das relações entre corpo, mente e estados sutis, dedica-se a integrar ciência, arte e presença. Seu trabalho nasce da escuta profunda do corpo, explorando o movimento interno e sua expressão no mundo como caminhos de autocuidado, consciência e bem-estar integral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Carina Levitan possui 20 anos de experiência e pesquisa em arte sonora, com a criação de parques musicais para crianças e instalações artísticas que potencializam a realidade e a imaginação através dos sons. É bacharel em Sound Art &amp; Design, pela University of the Arts London. Trabalha com música, desenho de som e foley para cinema, televisão e teatro, com premiações nacionais e internacionais. Já participou de exposições no Instituto Tomie Ohtake, MAM-SP, Galeria Península; realizou performances na Tate Modern, Tate Britain e Photographer&#8217;s Gallery; e teve filmes exibidos e trabalhos premiados no Festival do Rio, Festival Internacional de Cinema Infantil, Festival de Cinema de Gramado, FestCineAmazonia, Prêmio Açorianos e no Prêmio Profissionais da Música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Sobre a Petrobras</h2>
<h2 dir="ltr">A Petrobras é uma das principais empresas do País. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa e inclusiva. A cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os estados brasileiros.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Sobre a CCMQ</h2>
<p dir="ltr">Um dos principais centros turísticos e culturais do Sul do Brasil, a CCMQ é uma instituição da Secretaria de Cultura (Sedac), do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, e notabiliza-se na cena cultural por sua viva atuação em diversos segmentos artísticos, permeada por uma visão cidadã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Recentemente, a CCMQ completou 35 anos, e a data foi comemorada com uma intensa programação e o anúncio de uma série de melhorias estruturais. Também se celebrou a resistência e o atual momento da Instituição, que foi duramente afetada pela enchente de maio de 2024 e hoje vê o crescimento de seu público, que chega a mais de 30 mil visitantes ao mês, ultrapassando a marca de 360 mil ao ano, entre grupos escolares, turistas, artistas e comunidade em geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Os seus espaços estão voltados para o cinema, a música, as artes visuais, as artes cênicas, a literatura, a realização de oficinas e cursos, visitas mediadas, produção e distribuição de materiais pedagógicos e eventos ligados a todas as formas de arte. Na programação, destacam-se exposições de acervo e de arte contemporânea; feiras de economia criativa; espetáculos de música, de artes cênicas e programação audiovisual; mediações, oficinas, formações e ensaios; atividades literárias; experiências coletivas e de cultura cidadã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A Casa acumula diferentes prêmios e reconhecimentos, entre eles 14 edições do &#8220;Top of Mind I Amanhã&#8221; na categoria Centro Cultural Mais Lembrado, além do selo de acessibilidade concedido pela Prefeitura de Porto Alegre. Em 2022, a CCMQ foi a instituição pública melhor avaliada na região Sul do País e a segunda melhor classificada de todo o Brasil na categoria Educação, Cultura e Arte, do Prêmio de Acessibilidade, concedido pelo Governo Federal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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