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	<title>Artes &#8211; Vinicius Mitto</title>
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	<title>Artes &#8211; Vinicius Mitto</title>
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	<item>
		<title>CARLOS TENIUS – VOO LIVRE</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/carlos-tenius-voo-livre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 15:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu de Arte do Paço inaugura, no próximo dia 8 de maio, dia do Artista Plástico, a exposição Carlos Tenius – Voo livre. Com curadoria de Eduardo Veras e Paula Ramos, a mostra foi concebida especialmente para o espaço, no âmbito da homenagem prestada pela Coordenação de Artes Visuais ao artista, na última edição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu de Arte do Paço inaugura, no próximo dia 8 de maio, dia do Artista Plástico, a exposição Carlos Tenius<br />
– Voo livre. Com curadoria de Eduardo Veras e Paula Ramos, a mostra foi concebida especialmente para o<br />
espaço, no âmbito da homenagem prestada pela Coordenação de Artes Visuais ao artista, na última edição do<br />
Prêmio Açorianos de Artes Plásticas (2025).<br />
Tendo como eixo a obra-prima do escultor, o Monumento aos Açorianos, de 1974, a mostra propõe que as<br />
questões temáticas, formais e técnicas ali prementes não são exclusivas e nem singulares, circunscritas a certo<br />
ponto da trajetória do artista. Segundo os curadores, essas questões “[&#8230;] lampejam e relampejam em diferentes<br />
momentos, antes e depois da fixação do monumento em espaço público. Assim, a ideia de voo, o<br />
embaralhamento de corpos humanos, a síntese formal, a precisão dos cortes, o peso e a rigidez dos materiais,<br />
a ilusão de movimento e o vigor da revoada, marcas indeléveis do Monumento aos Açorianos, já se faziam<br />
presentes nos primeiros trabalhos do escultor e seguiram reluzindo, em maior ou menor grau, em outras peças<br />
imaginadas por ele, sejam pequenas ou monumentais”.<br />
A mostra exibe algumas das primeiras esculturas do artista, produzidas em seu período formativo no antigo<br />
Instituto de Belas Artes, além de diversos desenhos preparatórios para o monumento, até então inéditos. Exibe,<br />
ainda, recortes de jornal, fotografias e cadernos privados. A seleção também inclui a primeira maquete em aço<br />
dos Açorianos, que Tenius preserva em casa, em sua sala de estar, e a segunda maquete, ainda maior,<br />
também em aço, com quase três metros de extensão. A peça, que faz parte do acervo artístico municipal, subiu<br />
do porão da prefeitura para figurar na exposição.<br />
O visitante terá, por fim, a chance de conferir um “pequeno” açoriano, de quase dois metros de altura. Previsto<br />
nos desenhos e até nas maquetes do monumento, ele não entrou na montagem final. Na hora da fixação, em<br />
1974, a intuição de Tenius sugeriu que o personagem era desnecessário, que ele estava, por assim dizer,<br />
“sobrando”. O escultor então o levou para o sítio-ateliê que mantém em Viamão, instalando-o em meio à<br />
natureza. Ao imaginar que a peça poderia tombar, por falta de equilíbrio, teve o cuidado de cortar-lhe as pernas.<br />
Por mais de meio século, o fragmento permaneceu solitário, na cidade vizinha, mas agora retorna a Porto<br />
Alegre. Esta é sua primeira aparição pública.<br />
A exposição inclui, por fim, uma seleção de fotografias históricas, que registram etapas do processo que tornou<br />
a obra possível: fundição, montagem e festa de inauguração do Monumento aos Açorianos, cinco décadas<br />
atrás.<br />
CARLOS TENIUS – VOO LIVRE<br />
Curadoria: Eduardo Veras e Paula Ramos<br />
Abertura: 8 de maio de 2026, às 18h<br />
Visitação: de 11 de maio a 10 de julho de 2026, de segunda a sexta-feira, das 09h às 17h<br />
Onde: Museu de Arte do Paço – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre<br />
Maiores informações: acervo@portoalegre.rs.gov.br</p>
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		<title>Com curadoria de Carmela Gross, Fundação Iberê inaugura a maior exposição em número de obras de Iberê Camargo</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/com-curadoria-de-carmela-gross-fundacao-ibere-inaugura-a-maior-exposicao-em-numero-de-obras-de-ibere-camargo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 18 de abril (sábado), a Fundação Iberê abre uma grande exposição dedicada aos estudos e desenhos de Iberê Camargo (1914–1994). Com curadoria de Carmela Gross, “Iberê Camargo – quem sabe, o tempo&#8230;” reúne 1.091 obras de diferentes momentos da trajetória do artista. Entre elas, estão nove desenhos produzidos entre 1927 e 1928 pelo adolescente Iberê, então com apenas 13 e 14 anos de idade.   O convite à Carmela foi feito durante sua exposição na Fundação, “Boca do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><sup>No dia 18 de abril (sábado), a Fundação Iberê abre uma grande exposição dedicada aos estudos e desenhos de Iberê Camargo (1914–1994). Com curadoria de Carmela Gross, “Iberê Camargo – quem sabe, o tempo&#8230;” reúne 1.091 obras de diferentes momentos da trajetória do artista. Entre elas, estão nove desenhos produzidos entre 1927 e 1928 pelo adolescente Iberê, então com apenas 13 e 14 anos de idade.  </sup></strong></p>
<p><sup>O convite à Carmela foi feito <wbr />durante sua exposição na Fundação, “Boca do Inferno” (2024), e aceito prontamente. A partir do conto de Iberê O relógio, escrito em 1959 e publicado apenas em 1988, a artista definiu que o tema seria Iberê Camargo antes da pintura; o tempo do desenho. </sup></p>
<p><sup>“Quando fui convidada, busquei na memória as muitas e muitas pinturas que visitei em exposições, e tantas outras que revi em reproduções de livros. Mas não era sobre a pintura de Iberê que eu queria falar. Queria falar de um tempo que antecede à pintura, o tempo do desenho. E o desenho é outra coisa… a atenção ao pequeno, ao efêmero, as anotações distraídas sobre um papel qualquer, ensaios, repetições, rabiscos, rasuras, linhas incertas, restos, excessos, sombras… um ir e vir de perguntas sem respostas… enfim, coisa mental, no registro de Leonardo da Vinci”, conta a artista.  </sup></p>
<p><sup>Ao lado da assistente Carolina Caliento, durante um ano, Carmela mergulhou nos mais de 3.800 desenhos que pertencem ao acervo da instituição. O conjunto, preservado pela Fundação Iberê, guarda não apenas obras, mas também a memória do processo do artista.  </sup></p>
<p><sup>Responsável pelo acervo da Fundação, Gustavo Possamai lembra que a existência desse material se deve, em grande parte, a duas outras figuras femininas fundamentais na vida de Iberê: Maria Coussirat Camargo, sua esposa, e a mãe de Maria, que a orientou a conservar tudo o que o artista produzia. “Quando o Iberê começou realmente a se dedicar à pintura, a mamãe me disse: ‘Maria, tudo o que o Iberê fizer, tudo, nem que seja um papelzinho assim, pequeno… tu guardas’. Foi o que eu fiz.” </sup></p>
<p><sup>“(O acervo) é como uma arca de Noé, que nos convoca a viajar pelo universo Iberê. Impossível selecionar. Eu queria tudo, mostrar tudo! (&#8230;) Eu e minha assistente, Carolina, passamos semanas a fio na tarefa, ao mesmo tempo cansativa e prazerosa, de escolher cada exemplar – agrupamentos diversos… conjuntos, separações, novos ajuntamentos, acertos e dúvidas; um sem-fim de listas e tabelas numeradas, refeitas a cada dia, ponderando cada escolha pelo gosto ou pelo entusiasmo da descoberta… assim, chegamos a 1.091”, destaca a artista.  </sup></p>
<p><sup>Definidas as obras, Carmela e Carolina passaram a detalhar o complexo projeto de montagem que ocupará o quarto andar da Fundação. Como um roteiro cinematográfico, os desenhos e estudos serão apresentados em 93 pranchas de 1,20 por 0,80 m, compondo, no interior de cada plano, ao acaso, um mosaico de peças irregulares. “Juntos e ordenados em sequência, eles formaram virtualmente amplas janelas – janelas abertas nas paredes sólidas do edifício do museu, simbolicamente abertas de par em par para o mundo lá fora”, completa.  </sup></p>
<p><sup>Carmela Gross (São Paulo, 1946) é artista visual, pesquisadora e professora brasileira. Sua produção reúne desenhos, gravuras, instalações e intervenções urbanas. Participou de importantes exposições no Brasil e no exterior, e é reconhecida por obras que investigam o espaço público, a linguagem e a experiência urbana contemporânea. </sup></p>
<p><sup><strong>SERVIÇO<br />
Iberê Camargo: quem sabe, o tempo&#8230;<br />
Curadoria: </strong>Carmela Gross<br />
<strong>Onde:</strong> Fundação Iberê (Avenida Padre Cacique, 2000 – Cristal)<br />
<strong>Abertura: </strong>18 de abril | Sábado | 14h<br />
<strong>Visitação:</strong> até 28 de março de 2027 | Quinta a domingo, das 14h às 18h (última entrada) | Às quintas-feiras, a entrada é gratuita     </sup></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Liana Timm abre calendário de exposições da Galeria Multipalco com a mostra inédita Affectus</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/liana-timm-abre-calendario-de-exposicoes-da-galeria-multipalco-com-a-mostra-inedita-affectus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[Liana Timm inaugura Affectus, sua nova exposição, na Galeria Multipalco. Na mostra, a artista visual, arquiteta, escritora, intérprete e designer gaúcha une técnicas analógicas (como desenho e pintura) e digitais para trabalhar com a ilusão de ótica e a tridimensionalidade no bidimensional. Aberta para visitação a partir desta quinta-feira, dia 2 de abril, a novidade inaugura a operação do Departamento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Liana Timm inaugura Affectus, sua nova exposição, na Galeria Multipalco. Na mostra, a artista visual, arquiteta, escritora, intérprete e designer gaúcha une técnicas analógicas (como desenho e pintura) e digitais para trabalhar com a ilusão de ótica e a tridimensionalidade no bidimensional. Aberta para visitação a partir desta quinta-feira, dia 2 de abril, a novidade inaugura a operação do Departamento de Artes Visuais do Multipalco Eva Sopher, criado para articular novas exibições, ocupando o espaço expositivo do complexo cultural de forma contínua. As visitas são gratuitas e podem ser feitas até o dia 10 de maio, de terça a domingo, das 10h às 20h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Affectus se conecta com o projeto Extravagante, iniciado pela artista em 2024, e composto de obras de arte e textualidades. Ambos giram em torno da simultaneidade do mundo contemporâneo que nos afeta ininterruptamente. A série apropria-se da visão de mundo de vários momentos da história da arte. Refresca, descontextualiza e atualiza a memória para dar conta dessa época de contrastes extremos, trazendo novos significados, dissolvendo fronteiras e criando outras alternativas para as relações de afetos no espaço e no tempo. Com a reunião de técnicas analógicas e digitais, a mostra entrega ao observador um conjunto de textos visuais capazes de recriar novas significações como resistência ao déjà vu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">“Nosso estar no mundo não é fixo nem passivo. A dinâmica da vida e do impulso criativo nos engaja com o movimento da realidade onde muitos eventos fogem ao controle transformando nossa percepção diante do conhecido” afirma a artista, que comemora os 57 anos dedicados às artes visuais. “Segundo Deleuze e Guattari em O Anti-Édipo, o desejo não é falta, e sim, motor produtivo de novas subjetividades e linhas de fuga, um desdobrar-se na coincidência entre o passado, o presente e o futuro dos sentimentos e emoções”, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Affectus reflete sobre este estar no mundo tão violento/complexo e ao mesmo tempo tão fascinante/delicado. Perturba a interioridade do ser com emoções, bases do vínculo social e particular. Na mostra, a ilusão de ótica e a tridimensionalidade no bidimensional criam uma atmosfera em contraponto com as figuras em primeiro plano, cuja conexão com o plano de fundo se dá pela cromia, tramas curvas e linearidades. A nova mostra de Liana Timm segue a trajetória da artista que une o desenvolvimento de séries visuais com a produção poética sob a mesma intenção criativa, reunindo gestualidade e exploração digital para criar um equilíbrio poético entre manualidade e tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Liana Timm é uma artista completa, que transita pelas artes visuais, literatura, artes cênicas e música. Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRGS (1976/96) e Mestre em Educação pela UFRGS, realizou 76 exposições individuais, 53 shows de música e poesia. Publicou 75 livros, destes 21 individuais de poesia. Recebeu 17 prêmios. Desenvolve seus projetos culturais e editoriais através da Território das Artes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">Exposição Affectus, de Liana Timm</p>
<p dir="ltr">De 2 de abril a 10 de maio, com visitação de terça a domingo, das 10h às 20h</p>
<p dir="ltr">Galeria Multipalco, no Foyer do Multipalco Eva Sopher (Rua Riachuelo, 1089 &#8211; Centro Histórico &#8211; Porto Alegre/RS)</p>
<p dir="ltr">Entrada franca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Redes da artista</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.lianatimm.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.lianatimm.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1775137886613000&amp;usg=AOvVaw2H49bvvYaMmqGbhj8uHeAy">https://www.lianatimm.com.br/</a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.instagram.com/lianatimm/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/lianatimm/&amp;source=gmail&amp;ust=1775137886613000&amp;usg=AOvVaw31u3A0kGzGSYbqUOiqEiTC">https://www.instagram.com/<wbr />lianatimm/</a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.facebook.com/liana.timm" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/liana.timm&amp;source=gmail&amp;ust=1775137886614000&amp;usg=AOvVaw3VfbvdTdDvhqAxjmVP15wr">https://www.facebook.com/<wbr />liana.timm</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>4ª Bienal Black Brazil Art abre inscrições gratuitas</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/4a-bienal-black-brazil-art-abre-inscricoes-gratuitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Black Brazil Art torna pública a abertura da chamada de trabalhos para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art, que acontecerá de setembro a dezembro de 2026, na cidade de Recife (PE). Com o tema As Cinco Peles, a mostra coletiva propõe uma curadoria que compreende o corpo como território vivo e o mundo como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p dir="ltr">O Instituto Black Brazil Art torna pública a abertura da chamada de trabalhos para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art, que acontecerá de setembro a dezembro de 2026, na cidade de Recife (PE). Com o tema As Cinco Peles, a mostra coletiva propõe uma curadoria que compreende o corpo como território vivo e o mundo como uma trama de relações contínuas, atravessadas por memória, ancestralidade, conflito e invenção coletiva.</p>
<p dir="ltr">Trabalhos artísticos de todo o Brasil podem ser inscritos gratuitamente pelo site <a href="http://www.bienalblack.com.br/4bienalblack" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.bienalblack.com.br/4bienalblack&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw3nnVC2dfOiOrYxa9WWgH8f">bienalblack.com.br/<wbr />4bienalblack</a>.</p>
<p dir="ltr">Esta edição parte da teoria das Cinco Peles (Textura, Corpo, Espaço, Rede e Comunidade), formulada por Friedensreich Hundertwasser (1928-2000), deslocando sua matriz eurocêntrica para uma leitura crítica e decolonial. A Bienal parte de um diálogo com pensamentos afro-diaspóricos e indígenas, especialmente com o pensamento do filósofo e ativista Nêgo Bispo (1959-2023), para quem o mundo não se organiza por separações rígidas, mas por convivência, circularidade e continuidade.</p>
<p dir="ltr">Os trabalhos podem ser inscritos nas categorias Artes Visuais, Arte Design, Arte Digital, Arte Urbana, Vídeo, Arte Sonora, Performance, Instalação, entre outras formas de expressão contemporânea. Artistas individuais ou coletivos podem se inscrever em até duas categorias. A <span aria-invalid="grammar">Bienal também prioriza</span> a participação de instituições de ensino, projetos pedagógicos e processos artístico-educativos.</p>
<p dir="ltr">Os trabalhos premiados da 4ª edição Bienal Black Brazil Art receberão prêmios em dinheiro para artistas brasileiros residentes no Brasil, bolsas de residência artística virtual (2027) e de internacionalização cultural, além de certificação e catálogo digital para todos os selecionados. A programação paralela inclui oficinas, palestras, rodas de conversa, ações educativas e comunitárias, gratuitas ao público, realizadas de forma presencial ou virtual. A Bienal também incentiva a comercialização das obras físicas.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Ao decolonizar a noção das Cinco Peles, a 4ª Bienal Black afirma uma curadoria que não separa corpo, território e mundo, mas os entende como camadas contínuas de existência, memória e criação coletiva&#8221;, aponta Patricia Brito, diretora da Bienal Black. Os cinco eixos de criação (as cinco peles) da Bienal Black este ano são:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Textura (epiderme): corpo, pele, identidade e ancestralidade;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Corpo (vestuário): manifestações identitárias e performativas;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Espaço (casa): territórios, memória e processos de pertencimento;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Rede (identidade social): conexões, diásporas e solidariedade;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Comunidade (meio global): diálogos locais e globais, com abordagem coletiva e sustentável.</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">O que: Inscrições para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art</p>
<p dir="ltr">Quando: de 10 de março a 30 de abril de 2026</p>
<p dir="ltr">Regulamento e inscrição: <a href="http://www.bienalblack.com.br/4bienalblack" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.bienalblack.com.br/4bienalblack&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw3nnVC2dfOiOrYxa9WWgH8f">bienalblack.com.br/<wbr />4bienalblack</a></p>
<p dir="ltr">Quanto: gratuito</p>
<p dir="ltr">Redes sociais</p>
<p dir="ltr">Site oficial:<a href="https://www.blackbrazilart.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.blackbrazilart.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw05k5iDceFpfzidEZyCNNRe"> </a><a href="https://www.blackbrazilart.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.blackbrazilart.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw0iVEw7AdVu7bCh1tqoNOSp">blackbrazilart.com.br</a> | Facebook:<a href="https://www.facebook.com/BlackBrazilArt" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/BlackBrazilArt&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw0is9TbC6Ku1G1E94_Piege"> /BlackBrazilArt</a></p>
<p dir="ltr">Instagram:<a href="https://www.instagram.com/bienalblackbrazilart/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/bienalblackbrazilart/&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw2ymceVy3QrLARTMZXg4swv"> @bienalblackbrazilart</a> | Twitter:<a href="https://twitter.com/blackbrasilart" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://twitter.com/blackbrasilart&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw0R2IgcQk1yQUi1pArWPBGC"> @blackbrasilart</a> | YouTube: <a href="https://www.youtube.com/@BlackBrazilArt" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/@BlackBrazilArt&amp;source=gmail&amp;ust=1774446630494000&amp;usg=AOvVaw29vUlwhWH3-CXF-CyL9acQ">/BlackBrazilArt</a></p>
<p dir="ltr">Sobre Patricia Brito</p>
<p dir="ltr">Curadora independente, museóloga e crítica de arte, é fundadora da Bienal Black e do Programa de Residência Artística Virtual Compartilhada. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Internacional de Museus de Mulheres (<span aria-invalid="spelling">AIWM</span>) e da Rede Europeia de Brasilianistas em Análise Cultural (REBRAC).</p>
<p dir="ltr">Colaboradora da Enciclopédia Itaú Cultural, foi citada no Mapa de Curadores Negros no Brasil, elaborado pela equipe de Trabalhadores de Artes da América Latina. Em <span aria-invalid="spelling">2021</span>, foi indicada ao Prêmio Açorianos pela realização da 1ª Bienal Black.</p>
<p dir="ltr">É também autora do romance Casa Grande SEM Senzala, publicado pela BBA. Sua prática curatorial está profundamente engajada com perspectivas <span aria-invalid="spelling">decoloniais</span>, práticas artísticas contemporâneas e diálogos transnacionais, buscando expandir a visibilidade de narrativas afro-diaspóricas nos circuitos globais de arte tendo a escuta como prática de processo.</p>
<p dir="ltr">Sobre a Black Brazil Art</p>
<p dir="ltr">A Black Brazil Art é uma empresa independente de gerenciamento de artes com sede em Porto Alegre (RS). Desde 2004 está envolvida na curadoria, desenvolvimento e gestão de artes visuais e eventos culturais nacionais e internacionais, projetos e exposições de arte, seleção de obras de arte, consultoria em projetos de artes e residências.</p>
<p dir="ltr">Dentro do nosso foco, um olhar especial é dado ao mapeamento da produção artística de mulheres negras, buscando equilibrar narrativas e oportunidades dentro e fora do país. O instituto é responsável pelas três edições da Bienal Black, o evento virtual Arte Sem Fronteiras e a Residência Artística Virtual Compartilhada que chega agora à sua quinta edição.</p>
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Delise Renck lança sua exposição “Entrelaces” na Galeria Habitart em Porto Alegre</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/delise-renck-lanca-sua-exposicao-entrelaces-na-galeria-habitart-em-porto-alegre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 20:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana em que Porto Alegre comemora seu aniversário, a agenda cultural se intensifica com a exposição “Entrelaces”, da artista Delise Renck, que abre no dia 26 de março. Com curadoria de Paulo Amaral, a mostra acontece na charmosa Galeria de Arte Habitart, de Marilene Bittencourt. “Entrelaces” é também o nome de uma de suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Na semana em que Porto Alegre comemora seu aniversário, a agenda cultural se intensifica com a exposição “Entrelaces”, da artista Delise Renck, que abre no dia 26 de março. Com curadoria de Paulo Amaral, a mostra acontece na charmosa Galeria de Arte Habitart, de Marilene Bittencourt.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Entrelaces” é também o nome de uma de suas séries que inspirou a mostra. Destacam-se, ainda, as séries “Reflexos”, “Entre Mares e Montanhas”, “Fluxos” e “Revelações”, compondo um panorama de sua poética visual ao longo dos anos. Em suas criações, Delise transita entre o semiabstrato e o figurativo, explorando técnicas como pintura em acrílico e pintura com colagem. Em algumas obras, surgem figuras femininas inseridas em ambientes pictóricos que oscilam entre o real e o onírico.</p>
<p style="font-weight: 400;">Outro aspecto marcante de sua produção é o uso de tons quentes e nuances de âmbar, que contribuem para criar atmosferas de mistério. Em trabalhos mais recentes, a artista também se dedica à representação de rostos femininos de diferentes culturas, reunidos na série “Regard”, na qual identidades e geografias se encontram em composições marcadas por jogos de luz e sombra.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com “Entrelaces”, Delise Renck convida o público a percorrer diferentes momentos de sua produção, revelando uma trajetória artística marcada pelo entrelaçamento de experiências, viagens, memória e experimentação pictórica.</p>
<p style="font-weight: 400;">O evento de abertura, no dia 26 de março, marca o lançamento do site da artista (<a href="http://www.deliserenck.com/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.deliserenck.com&amp;source=gmail&amp;ust=1773948071007000&amp;usg=AOvVaw1-KtWKS40cd8rrI8XP_ktl">www.deliserenck.com</a>) e de um libreto que reúne obras de sua produção.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Delise Renck </strong>(Cachoeira do Sul/RS): é graduada em Publicidade e Propaganda pela PUCRS. Na mesma instituição, fez extensão em História da Arte com Tania Bian. Nas recentes décadas, passou a dedicar-se às artes visuais, sempre em constante aperfeiçoamento técnico, tendo estudado, por sete anos, com Lou Borghetti, além de aulas com Bea Balen Susin, Gustavot Diaz e disciplinas promovidas pelo Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre Xico Stockinger. Incorporam-se ao currículo salões internacionais de pintura nos EUA, sendo premiada em duas categorias, bem como exposições no Brasil, Peru, Ucrânia, Barcelona e Dubai. Suas obras têm sido desenvolvidas em Porto Alegre (Brasil) e Cascais (Portugal), onde mantêm seus studios.</p>
<p style="font-weight: 400;">@deliserenck</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição de Eduardo Srur entra em cartaz no MAC RS no 4º Distrito com reflexão sobre consumo e descarte</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/exposicao-de-eduardo-srur-entra-em-cartaz-no-mac-rs-no-4o-distrito-com-reflexao-sobre-consumo-e-descarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>
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					<description><![CDATA[O Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC RS), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), marca uma nova fase em sua sede no 4º Distrito (localizada na rua Comendador Azevedo, 256) com a expansão da mostra “Da margem à beleza”, do artista paulistano Eduardo Srur. Com curadoria do gaúcho Fernando Zugno, a exposição, aberta ao público, inaugura em 14 de março, ocupando o espaço que foi entregue [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Museu de Arte Contemporânea <wbr />do Rio Grande do Sul (MAC RS),<wbr /> instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), marca uma nova fase em sua sede no 4º Distrito (localizada na rua Comendador Azevedo, 256) com a expansão da mostra “Da margem à beleza”, do artista paulistano Eduardo Srur. Com curadoria do gaúcho Fernando Zugno, a exposição, aberta ao público, inaugura em 14 de março, ocupando o espaço <a href="https://cultura.rs.gov.br/leite-inaugura-nova-sede-do-museu-de-arte-contemporanea-do-rio-grande-do-sul" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cultura.rs.gov.br/leite-inaugura-nova-sede-do-museu-de-arte-contemporanea-do-rio-grande-do-sul&amp;source=gmail&amp;ust=1773170839761000&amp;usg=AOvVaw0UDwKyhoUBU5lD2by87yP4">que foi entregue à capital gaúcha em agosto de 2025</a>.</p>
<p dir="ltr">O projeto — realizado com financiamento do governo do Estado por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), com patrocínio ouro da Hertz Farmacêutica e Sulgás, além da parceria institucional da Virada Sustentável — propõe um diálogo necessário com a realidade urbana e industrial da região onde a nova sede do MAC RS está situada, a fim de discutir consumo, descarte, reciclagem e sustentabilidade. A visitação é aberta ao público, com entrada gratuita, de 15 de março a 12 de julho (de terças a sextas-feiras, das 12h às 18h, e aos finais de semana e feriados, das 10h às 18h).</p>
<p dir="ltr">Reconhecido por sua trajetória nas intervenções urbanas e arte ambiental, Srur apresenta mais de 40 obras, incluindo pinturas, instalações e vídeos que demonstram a convivência diária com o excesso de resíduos. A exposição revela a “coreografia silenciosa do lixo” na vida contemporânea ao utilizar materiais como sacolas plásticas recolhidas em margens de rios, alimentos industrializados, carrinhos de supermercado e caçambas de entulho, criando dispositivos que deslocam o olhar comum.</p>
<p dir="ltr">Nas obras “Mercado” e “<wbr />Supermercado”, o artista expõe<wbr /> a distância crítica entre o a<wbr />limento, o corpo e a natureza, enquanto suas esculturas “Caçambas” (instaladas originalmente pelas ruas de São Paulo) apontam o percurso invisível dos resíduos em direção às periferias das cidades. Essas obras têm o formato de uma caçamba de entulho que deixam visível o resíduo. Ao expor o que normalmente escondemos, o artista questiona o desperdício de alimentos e lembra que, quando jogamos algo “fora”, ele não desaparece, apenas muda de lugar. As esculturas poderão ser apreciadas não somente no MAC RS, mas em diversos pontos de Porto Alegre: Rua 7 de Setembro, em frente à Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ); Praça Montevidéu, diante do Museu de Arte de Porto Alegre (MAPA); Rua Voluntários da Pátria; Rua São Carlos, na Praça Florida; e Loteamento Santa Terezinha (Vila dos Papeleiros).</p>
<p dir="ltr">A mostra de Eduardo Srur no Museu estende-se para além das galerias, integrando também um programa educativo. Entre as ações, está a oficina “Natureza Plástica”, que ocupará o Bonde 01 da Estação dos Bondes — um dos bondes históricos restaurados no pátio do Museu, no 4º Distrito. A integração entre o espaço expositivo e a Estação reforça o MAC RS como um ponto de encontro entre história, educação e criação contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora do MAC RS, Adr<wbr />iana Boff, a participação do a<wbr />rtista representa um momento estratégico para a atuação institucional no território. “A presença de Srur marca uma etapa fundamental na nossa consolidação no 4º Distrito, unindo a potência estética da arte para ampliar uma discussão urgente sobre sustentabilidade e meio ambiente. Ao expandir o espaço expositivo para além das galerias e ocupar a cidade com a instalação ‘Caçambas’, criamos um elo físico entre as nossas sedes, na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) e no 4º Distrito”, ressalta Adriana. Para ela, a ocupação “abre novas fronteiras para a acessibilidade à arte, possibilitando o intercâmbio de experiências e de conhecimento, que são a espinha dorsal do MAC RS”.</p>
<p dir="ltr">Diálogo com artista e formação para educadores</p>
<p dir="ltr">A programação vinculada à mostra contará ainda com uma série de atividades públicas e formativas, promovendo encontros e conversas com convidados voltados à reflexão sobre os temas que atravessam a exposição. Entre os destaques, está o programa Conversas de Casa, que ocorre em 14 de março, às 10h, reunindo o artista Eduardo Srur, o curador Fernando Zugno e a diretora Adriana Boff em um debate sobre os processos de criação e construção de “Da margem à beleza”.</p>
<p dir="ltr">Além disso, a proposta de formação “Natureza Plástica” ocupará o Bonde 01 da Estação dos Bondes, um dos veículos históricos restaurados no pátio do Museu. A integração entre o espaço expositivo e a Estação reforça o local como um ponto de encontro entre história, educação e criação contemporânea. Serão dois encontros formativos, nos dias 12 e 13 de março, voltados para educadores de todos os níveis de ensino.</p>
<p dir="ltr">Durante a capacitação, os participantes terão a oportunidade de conhecer a exposição em primeira mão, antes de sua inauguração oficial. O artista e sua equipe compartilharão experiências de criação, discutindo os impactos ambientais na vida urbana e o papel da arte nesse debate. Ao fim do encontro, haverá uma demonstração prática da oficina “Natureza Plástica”, que poderá ser replicada em contextos educativos. As inscrições para a formação, com certificado emitido pelo MAC RS, devem ser feitas previamente, por meio do <a href="https://docs.google.com/forms/d/1f9Kh10TzJI1eDGdTlvXav1UWqzQi-9jfvnxum8N0Mxs/viewform?edit_requested=true" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/1f9Kh10TzJI1eDGdTlvXav1UWqzQi-9jfvnxum8N0Mxs/viewform?edit_requested%3Dtrue&amp;source=gmail&amp;ust=1773170839762000&amp;usg=AOvVaw2n3RMhmgBZ-S2UNog5Emhz">formulário disponível neste link</a>.</p>
<p dir="ltr">Com essas iniciativas, o Museu amplia o acesso à arte contemporânea e convida o público a refletir sobre questões do cotidiano e do meio ambiente. Situada no bairro Floresta, a sede do MAC RS no 4º Distrito é totalmente equipada com rampas, elevador e piso tátil, e oferece recursos de acessibilidade como vídeo em Libras, maquete tátil e textos em linguagem facilitada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Exposição “Da margem à beleza”, de Eduardo Srur, no MAC RS no 4º Distrito</p>
<p dir="ltr">Abertura: 14 de março (sábado), às 10h</p>
<p dir="ltr">Visitação: Até 12 de julho. De terça a sexta-feira, das 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h</p>
<p dir="ltr">Onde: Rua Comendador Azevedo, 256, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Programa Conversas de Casa, com Eduardo Srur, Fernando Zugno e Adriana Boff</p>
<p dir="ltr">Quando: 14 de março (sábado), às 10h</p>
<p dir="ltr">Onde: Rua Comendador Azevedo, 256, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Encontro e formação com educadores<br />
Quando: 12 de março, das 14h às 16h30, e 13 de março, das 10h às 12h30</p>
<p dir="ltr">Onde: Rua Comendador Azevedo, 256, Bairro Floresta, Porto Alegre/RS<br />
Inscrições gratuitas, por meio de <a href="https://docs.google.com/forms/d/1f9Kh10TzJI1eDGdTlvXav1UWqzQi-9jfvnxum8N0Mxs/viewform?edit_requested=true" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/1f9Kh10TzJI1eDGdTlvXav1UWqzQi-9jfvnxum8N0Mxs/viewform?edit_requested%3Dtrue&amp;source=gmail&amp;ust=1773170839762000&amp;usg=AOvVaw2n3RMhmgBZ-S2UNog5Emhz">formulário eletrônico</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Orbe, a mais nova galeria de arte de Porto Alegre, abre mostra individual de Carlos Trevi</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/orbe-a-mais-nova-galeria-de-arte-de-porto-alegre-abre-mostra-individual-de-carlos-trevi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 15:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
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					<description><![CDATA[Com uma cuidadosa curadoria de arte, design, moda, joalheria e bem-estar, a galeria Orbe acaba de abrir suas portas na rua Dr. Florêncio Ygartua, bairro Moinhos de Ventos, com a promessa de surpreender pela criatividade, exclusividade e bom gosto. A primeira mostra promovida pela Orbe traz um nome de peso no universo das artes: Carlos Trevi. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Com uma cuidadosa curadoria de arte, design, moda, joalheria e bem-estar, a <strong>galeria Orbe acaba de abrir suas portas na rua Dr. Florêncio Ygartua, bairro Moinhos de Ventos, com a promessa de surpreender pela criatividade, exclusividade e bom gosto.</strong> <strong>A primeira mostra promovida pela Orbe traz um nome de peso no universo das artes: Carlos Trevi.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A exposição <strong>Mundo Brasilidade</strong>, que <strong>abre no dia 2 de março (segunda-feira), às 18h, apresenta esculturas em jacarandá e assemblage em madeira, uma das marcas do artista paulista. Trevi é conhecido pela produção em objetos e assemblages que articulam madeira, metais, muranos, cristais e elementos ornamentais provenientes de distintos repertórios culturais.</strong> Sua prática parte da recomposição de fragmentos: peças utilitárias, acessórios, ferragens e imagens devocionais são deslocados de sua função original para integrar estruturas que tensionam design, devoção e memória — instaurando uma poética do objeto.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O ritmo do mundo nas mãos de Carlos Trevi é outro. Tal qual um Geppetto contemporâneo, inspirado por troncos de jacarandá — índices de pura brasilidade — o artista inventa, usando madeiras nobres e acessórios raros, pedestais, palmatórias, lamparinas e outros objetos repletos de memória, encanto e beleza”, destaca André Venzon, que assina o texto da mostra.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Com trajetória consolidada na gestão cultural brasileira, Carlos Trevi (São Paulo, 1961) coordenou instituições ligadas ao Santander Cultural em Recife, Porto Alegre e São Paulo, conduzindo exposições, programas formativos e projetos de difusão artística. Vivendo na Capital gaúcha, atua como curador independente, consultor e artista visual. Essa experiência informa sua compreensão espacial e expositiva, refletindo-se na forma precisa com que organiza matéria, escala e presença em suas obras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Orbe</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Orbe é um espaço híbrido dedicado à arte, ao design contemporâneo e ao bem-estar, localizado no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Fundada por João Ribeiro e Leo M. Picoli, a galeria atua na curadoria, representação e comercialização de obras de artistas e designers brasileiros, com ênfase na produção autoral, na materialidade e em pequenas edições.</p>
<p style="font-weight: 400;">O projeto nasce do amadurecimento de uma trajetória iniciada em 2020, quando eles assumiram a gestão da Loja Iberê, na Fundação Iberê. Ao longo desse processo de construção, expansão e reposicionamento, consolidou-se o desejo de criar um espaço independente, com linguagem própria e liberdade curatorial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na Orbe, exposições, projetos especiais e colaborações são pensados como experiências de aproximação entre público e obra, estabelecendo diálogos entre arte contemporânea, design e o fazer manual.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mais do que uma galeria ou loja tradicional, a Orbe opera como plataforma curatorial e espaço de encontro — um ambiente dedicado à circulação de ideias, à formação de colecionadores e à vivência sensível da arte.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>SERVIÇO<br />
</u></strong><strong>Exposição Mundo Brasilidade<br />
Artista: Carlos Trevi<br />
Curadores: </strong>João Ribeiro e Leo M. Picoli<br />
<strong>Texto:</strong> André Venzon<br />
<strong>Abertura:</strong> 02 de março | Segunda-feira | 18h<br />
<strong>Visitação:</strong> até 24 de abril às 18h<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Dr. Florêncio Ygartua, 164 &#8211; Moinhos de Vento<br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/orbe.gallery/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/orbe.gallery/&amp;source=gmail&amp;ust=1772119351123000&amp;usg=AOvVaw3sx6otjyoIehkQF2CrWpRs">https://www.instagram.com/orbe.gallery/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SOBRE ÁGUAS de Vera Reichert</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/sobre-aguas-de-vera-reichert/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 11:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viniciusmitto.com.br/?p=6238</guid>

					<description><![CDATA[Dia 11 de fevereiro, às 17h, no Museu de Arte do Paço &#8211; MAPA (Praça Montevidéu, nº 10) Lançamento do catálogo da exposição SOBRE ÁGUAS de Vera Reichert! Convidamos você a celebrar a água como origem, missão e destino da obra de Vera Reichert, lembrando as exposições realizadas ao longo dessa itinerância, em Novo Hamburgo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Dia 11 de fevereiro, às 17h, no Museu de Arte do Paço &#8211; MAPA (Praça Montevidéu, nº 10)</div>
<div></div>
<div>Lançamento do catálogo da exposição SOBRE ÁGUAS de Vera Reichert!</div>
<div></div>
<div>Convidamos você a celebrar a água como origem, missão e destino da obra de Vera Reichert, lembrando as exposições realizadas ao longo dessa itinerância, em Novo Hamburgo, São Paulo, Brasília e Nova Iorque.</div>
<div></div>
<div>Este catálogo é um convite à imersão, à reflexão e ao reconhecimento, revelando uma linguagem visual que interliga memória e futuro deste elemento que nos une e preenche.</div>
<div></div>
<div>Com a curadoria e a produção de André Venzon, a publicação apresenta um conjunto de obras, imagens e textos que documentam os espaços que “Sobre Águas” circulou, o público e a trajetória da artista.</div>
<div></div>
<div>Contamos com sua presença para brindar esta memória das águas, onde cada página revela vida e paixão, para conhecer a obra de Vera Reichert que a água tornou destino.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Valdson Ramos traça paralelos entre arte, religião e cultura jesuíta em obra inédita na parede do Instituto Ling</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/valdson-ramos-traca-paralelos-entre-arte-religiao-e-cultura-jesuita-em-obra-inedita-na-parede-do-instituto-ling/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viniciusmitto.com.br/?p=6203</guid>

					<description><![CDATA[Quem passar pelo Instituto Ling até o dia 21 de fevereiro pode conferir o mural de grandes dimensões criado por Valdson Ramos para conectar a cultura do Rio Grande do Sul com a do Centro-Oeste do Brasil. A intervenção faz parte do projeto Ling Apresenta: Quando as fronteiras se dissolvem, que tem curadoria de Paulo Henrique Silva, e pode ser visitada de segunda a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Quem passar pelo Instituto Ling até o dia 21 de fevereiro pode conferir o mural de grandes dimensões criado por Valdson Ramos para conectar a cultura do Rio Grande do Sul com a do Centro-Oeste do Brasil. A intervenção faz parte do projeto Ling Apresenta: Quando as fronteiras se dissolvem, que tem curadoria de Paulo Henrique Silva, e pode ser visitada de segunda a sábado, das 10h30 às 19h, com entrada franca (exceto no feriado de Carnaval, de 14 a 17 de fevereiro).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Utilizando predominantemente tinta acrílica, o artista goiano desenvolveu um trabalho cheio de camadas, em que traça uma relação entre o sagrado e o profano. A obra convoca o público a refletir sobre as Missões Jesuíticas e sua participação no processo colonizador, especialmente no Sul, além dos ecos que reverberam em outras regiões do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">No centro do mural, há a pintura de um tecido pendido por cordas e pregos. O tecido, pintado com vinho canônico diluído em água benta, é um elemento recorrente na produção de Ramos. Ao redor desse tecido, o artista carimbou diferentes pés goianos. Para fazer as pegadas, utilizou como molde o seu próprio pé, além de pedir emprestados pés de diversos romeiros – alguns de sua própria família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O processo começou com a transformação das pegadas em moldes de gesso, que depois receberam aplicações de silicone para trazer detalhes das marcas da pele. “Esses pés remetem muito à questão da cultura jesuíta, que se espalhou por todo o Brasil, com os jesuítas muitas vezes caminhando descalços e deixando essas marcas por onde passavam”, explica o curador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A obra conta ainda com uma cartografia desenhada sobre papel conectando o Rio das Almas (Pirenópolis – GO) ao Guaíba (Porto Alegre – RS), traçando uma geografia afetiva e política que atravessa o país. A feitura do trabalho foi acompanhada em tempo real por quem passou pelo Instituto Ling no final do mês de outubro. O processo foi registrado em um minidocumentário, assinado pela produtora Eroica Conteúdo, que está disponível no <a href="https://youtu.be/3UKy3Ou_7zk?si=sc3bjFEADKX_mQKl" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtu.be/3UKy3Ou_7zk?si%3Dsc3bjFEADKX_mQKl&amp;source=gmail&amp;ust=1770813310448000&amp;usg=AOvVaw37C-3CKK5ciVemlqjk60wm">canal do YouTube do centro cultural</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre o artista</p>
<p dir="ltr">Valdson Ramos nasceu em Formoso, em Goiás, em 1972. É artista visual e arte-educador, graduado em Artes Visuais pela UFG e mestre em Ciências Sociais e Humanidades pela UEG. Suas obras exploram a iconografia religiosa brasileira, utilizando vinho canônico e água benta para refletir sobre questões contemporâneas. Participou de exposições em diversos espaços, como o Centro Cultural São Paulo (São Paulo, SP), Palácio das Artes (Belo Horizonte, MG) e o MAC (Goiás, GO). Entre suas premiações, destaca-se o 4° Salão Nacional de Pequenos Formatos do Museu de Arte de Britânia (2024). Vive e trabalha em Anápolis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre o curador</p>
<p dir="ltr">Paulo Henrique Silva foi aluno e professor na Escola de Artes Oswaldo Verano, mantida pela Prefeitura de Anápolis, em Goiás, onde nasceu, e graduou-se em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás. Desde 2004, dedica-se à curadoria, com foco no estudo e na pesquisa da arte contemporânea produzida na Região Centro-Oeste do Brasil. Projetos recentes incluem as mostras Entre Acervos, Dialetos 1 e 2, Novas Aquisições, Um Acervo em Construção, Fotografia no Acervo do Mapa, Conversas – resistência e convergência e Vozes do Silêncio. Foi curador em mais de onze edições do Salão Anapolino de Arte e tem contribuído significativamente para a ampliação do acervo do MAPA e o fortalecimento da arte contemporânea no interior do Brasil. De 2020 a 2024, foi responsável pela Coordenação do Fundo Municipal de Cultura e Editais, Curadoria e Gestão do MAPA e da Galeria de Artes Antônio Sibasolly, em Anápolis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mais sobre o projeto</p>
<p dir="ltr">Ramos é o quarto e último artista a participar desta temporada do projeto Ling Apresenta que, neste ano, recebeu o subtítulo de Quando as fronteiras se dissolvem. “Os artistas escolhidos para esta edição colaboram para construir uma história da arte horizontal, em que periferias e centros aparecem no mesmo mapa, reforçando a pluralidade de vozes que compõem o cenário nacional”, destaca o curador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A iniciativa recebeu, em março, o artista cuiabano Gervane de Paula, que criou um trabalho carregado de elementos da sua cultura regional, mesclando animais do Pantanal com símbolos gaúchos, como o cavalo Caramelo, que ficou famoso após sobreviver em um telhado durante as enchentes. Em junho, a convidada foi a artista visual, escritora e escultora Paty Wolff, que produziu uma obra que transita por diversas linguagens, como pintura, desenho e escrita da palavra, com a combinação do uso de diferentes materiais, entre eles tinta, estilete e papelão. E, em agosto, o centro cultural trouxe a artista Camila Soato, que fez uma obra com diferentes personagens extraídos do cotidiano banal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O Ling Apresenta: Quando as fronteiras se dissolvem é uma realização do Instituto Ling e Ministério da Cultura / Governo Federal, com patrocínio da Crown Embalagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">Ling Apresenta: Valdson Ramos, com intervenção artística inédita</p>
<p dir="ltr">Artista: Valdson Ramos</p>
<p dir="ltr">Curadoria: Paulo Henrique Silva</p>
<p dir="ltr">Visitação: até 21 de fevereiro, de segunda a sábado, das 10h30 às 19h (exceto no feriado de Carnaval, de 14 a 17 de fevereiro)</p>
<p dir="ltr">Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras – Porto Alegre/RS)</p>
<p dir="ltr">Entrada franca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Informações úteis</p>
<p dir="ltr"><a href="http://institutoling.org.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://institutoling.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1770813310448000&amp;usg=AOvVaw3-7ds4qWc6-P5jwqwd5Tn7">institutoling.org.br</a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.facebook.com/InstitutoLing" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.facebook.com/InstitutoLing&amp;source=gmail&amp;ust=1770813310448000&amp;usg=AOvVaw1URbMI_-M5ey8m55SNUmlu">www.facebook.com/InstitutoLing</a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.instagram.com/Instituto.Ling" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.instagram.com/Instituto.Ling&amp;source=gmail&amp;ust=1770813310448000&amp;usg=AOvVaw34146VS2CoSylkQsxqar0w">www.instagram.com/Instituto.<wbr />Ling</a></p>
<p dir="ltr"><a>twitter.com/@InstitutoLing</a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://www.youtube.com/c/InstitutoLingCultural" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.youtube.com/c/InstitutoLingCultural&amp;source=gmail&amp;ust=1770813310448000&amp;usg=AOvVaw0V5naF_mQAhFLIjoF79ziy">www.youtube.com/c/<wbr />InstitutoLingCultural</a></p>
<p dir="ltr">Fone: 51 3533-5700</p>
<p dir="ltr">Email: <a href="mailto:instituto.ling@institutoling.org.br" target="_blank" rel="noopener">instituto.ling@institutoling.<wbr />org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Estacionamento: o Instituto Ling possui estacionamento pago com 30 vagas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Bicicletários: há bicicletários gratuitos localizados dentro do estacionamento, com 16 vagas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Acessibilidade: o prédio do Instituto Ling foi projetado para garantir conforto, segurança e autonomia, contando com acessibilidade física em todos seus ambientes e com uma equipe orientada para atender pessoas com deficiência. O centro cultural também disponibiliza conteúdos digitais com audiodescrição e tradução para Libras, contendo informações sobre o seu acervo permanente e projeto arquitetônico. A instituição ainda oferece medidas de acessibilidade para pessoas com deficiências em suas programações culturais e visitas mediadas, mediante solicitação prévia pelo e-mail <a href="mailto:instituto.ling@institutoling.org.br" target="_blank" rel="noopener">instituto.ling@institutoling.<wbr />org.br</a> ou pelo whatsApp e telefone (51) 3533-5700.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Sobre o Instituto Ling</p>
<p dir="ltr">Criado e mantido pela família Ling há 30 anos, o Instituto Ling tem como missão promover o desenvolvimento humano e a evolução da sociedade através da disseminação de diferentes formas do conhecimento, da liberdade de pensamento, da valorização da cultura e da saúde. Na área da educação, desde a fundação auxilia jovens líderes a desenvolverem seus potenciais intelectuais e empreendedores através da concessão de bolsas de estudo para as melhores instituições do mundo. Com a abertura de seu centro cultural em Porto Alegre, em 2014, ampliou e solidificou sua atuação, firmando-o como referência na disseminação do conhecimento e provedor de serviços e produtos culturais diferenciados, com elevado padrão de qualidade e estética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Na área da saúde, o Instituto Ling estabeleceu parceria com o Hospital Moinhos de Vento, em 2015, para a implantação de um centro de referência no tratamento do câncer em Porto Alegre, e, em 2023, para a concessão de bolsas de estudo para cursos de enfermagem; e com a Santa Casa de Misericórdia, em 2019, contribuindo para a construção do novo prédio do complexo hospitalar em Porto Alegre. Por ocasião das enchentes em maio de 2024, o Instituto Ling lançou o Reconstrói RS, iniciativa em parceria com Federasul e Instituto Cultural Floresta que apoia obras de reconstrução e ações para a retomada da economia nas comunidades atingidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">A família Ling, mantenedora do instituto, é proprietária da holding company Évora. Presente em 11 países, o grupo empresarial produz e comercializa latas de alumínio para bebidas, não-tecidos de polipropileno (usados principalmente na produção de descartáveis higiênicos) e embalagens plásticas.</p>
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		<title>Canoas Shopping recebe exposição “Retratos Afetivos”, da artista Jaque Vieira</title>
		<link>https://viniciusmitto.com.br/canoas-shopping-recebe-exposicao-retratos-afetivos-da-artista-jaque-vieira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Mitto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 17:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canoas Shopping recebe, de 2 a 18 de fevereiro, a exposição individual “Retratos Afetivos”, da artista Jaque Vieira, no Espaço Cultural. A visitação é gratuita e pode ser feita durante todo o horário de funcionamento do shopping. A mostra reúne 15 telas que formam um inventário visual e emocional de mulheres que fazem parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p dir="ltr">O Canoas Shopping recebe, de 2 a 18 de fevereiro, a exposição individual “Retratos Afetivos”, da artista Jaque Vieira, no Espaço Cultural. A visitação é gratuita e pode ser feita durante todo o horário de funcionamento do shopping.</p>
<p dir="ltr">A mostra reúne 15 telas que formam um inventário visual e emocional de mulheres que fazem parte do universo íntimo da artista. Mais do que retratos tradicionais, cada obra nasce de uma imersão em memórias, afetos e vínculos pessoais, resultando em representações que exploram a sensibilidade, a intimidade do olhar e a beleza da experiência feminina.</p>
<p dir="ltr">O objetivo da exposição é celebrar a importância das relações interpessoais e a profundidade da vivência feminina no cotidiano, convidando o público a refletir sobre memória, identidade, empatia e pertencimento. Mais informações sobre a artista podem ser encontradas no Instagram @jaquevieirarts.</p>
<h3 dir="ltr">SERVIÇO – Exposição “Retratos Afetivos”</h3>
<p dir="ltr">Período: 02/02 a 18/02<br />
Local: Espaço Cultural &#8211; Canoas Shopping &#8211; Av. Guilherme Schell, 6750 &#8211; Centro, Canoas<br />
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingos e feriados, das 11h30 às 22h<br />
Entrada: Gratuita<br />
Artista: @jaquevieirarts</p>
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